TUDO SOBRE
A candidata juntou decisão judicial anterior que suspendeu a eficácia do ato de cassação de sua aposentadoria.
Colegiado considerou que "agente da própria universidade, por meio do documento, reconheceu que poderia ser dada prioridade para concurso realizado dentro do prazo da validade”.
Para o juiz, não ficaram demonstradas falhas na prestação do serviço.
TRF-1 garantiu o retorno do candidato reprovado em avaliação racial a concurso do TRT-3, após análise comprovar sua identidade como pardo.