Sexta-feira, 23 de junho de 2017

ISSN 1983-392X

Crise política

de 14/5/2017 a 20/5/2017

"Quanto a situação política dessa republiqueta de bananas, cumpre-nos parafrasear um general romano, quando interpelado pelo Senado, por ter entrado com sua legião em Roma: 'Há um tempo para as leis, e há um tempo para as armas'. Aqui com o comprometimento de todos os Poderes, imiscuídos na devassidão do crime, terminou o tempo das leis."

João Roberto de Napolis - 18/5/2017

"É isso mesmo nobre decano (Migalhas quentes - 17/5/17 - clique aqui)."

Otávio Martins - 18/5/2017

"Meritíssimo, com todo respeito que tenho por vossa Excelência, mais nenhum político atualmente respeita nossa Carta Magna (Migalhas quentes - 17/5/17 - clique aqui). É muito triste isso o que está acontecendo em nosso país. Não sei onde vamos parar."

Eliel Dias Fernandes - 18/5/2017

"Lembro que o STF é um dos responsáveis por termos chegado a estes extremos (Migalhas quentes - 17/5/17 - clique aqui). Palavras não bastam mais! Que tal se julgassem favorável o parecer do ministro Barroso, que na prática vai mandar 95 % destes quadrilheiros para a primeira instância, onde teremos um mínimo de chance de ver Justiça? Já deveria ter sido colocado em pauta no início de abril, mas foi postergado para o último dia de maio. Será a última chance desta Corte fazer algo positivo pelo Brasil, evitando o caos inimaginável que vem por aí!"

Teócrito Abritta - 18/5/2017

"Está certíssimo. Renúncia não leva a nada. Temos que tomar cuidado com as ideias populistas; temos aí a Argentina como exemplo. Sucessivos presidentes foram destituídos do poder e a economia não suportou. Toda medida populista (como Diretas já que muito dementes estão falando) são ideias traidoras do povo, sempre trai a história de uma nação ao inserir nela fantasiosas mentiras e falsidades, engana a 'plateia' ávida por solução de problemas, quando na verdade maquia uma situação. Tô fora de medidas populistas, para o bem do Brasil."

Alessandro Pacheco - 19/5/2017

"Curioso que com relação a Dilma as instituições não se movimentaram contra suas falcatruas e dos companheiros endinheirados defendidos a peso de ouro (Migalhas 4.115 - 19/5/17- "Preocupação" - clique aqui)."

Francisco Lobo da Costa Ruiz - 19/5/2017

"Para tumultuar os trabalhos do Ministério Público, a Polícia Federal e a Justiça de remover da vida pública, um a um, os criminosos que saqueiam o país há décadas surgem ideias, como a convocação de eleições diretas. Até uma PEC é proposta nesse sentido. Isso é próprio dos políticos ameaçados pelas investigações ora em andamento. Substituem a remoção criteriosa das cartas sujas do jogo democrático, por um embaralhamento geral, com a intenção de bagunçar as apurações das responsabilidades dos crimes cometidos. Há três saídas constitucionais para a crise: renúncia, impeachment e cassação da chapa Dilma-Temer. Todas mantém os atuais investigados em seu habitat, de modo a permitir as apurações dos crimes cometidos no contexto, suas conexões e consequências. Os criminosos trabalham para bagunçar o trabalho de limpeza do atual sistema político que, macomunado com os pagadores de contas e mimos, saqueiam os recursos da Nação."

José Renato Almeida - 19/5/2017

"'Concessa maxima venia', não só ontem, mas, também hoje, a penca de predições do Migalhas sobre o presidente Temer são mais 'tiros de chumbinhos nos pés' (Migalhas 4.115 - 19/5/17- "Vaticínio")."

Juarez R. Venites - 19/5/2017

"Não concordo com o editorial (Migalhas 4.115 - 19/5/17- "Vaticínio"). Estamos sim diante de uma catarse, mas foi estes membros do STF cúmplices do golpe travestido de impedimento. Não me lembro de que o Migalhas tenha feito tal declaração quando do golpe. Também não confio nas duas pessoas citadas, aliás, não confio em pessoas, mas sim em entidades. E estas duas entidades estão podres. A única alternativa é a Constituição, devolver a soberania do povo que lhe foi roubada pelos abutres. Por isto não haverá saída se não Diretas Já."

Jair Ayres Borba - 19/5/2017

"A entrevista da presidente do BNDES, à imprensa, me deixou com mais dúvidas das que tinha, quanto a lisura e comportamento do banco nos governos passados. Mas o que me deixou mais confuso foi a declaração de que ela reconhece que é importante separar política de governo e atuação técnica do banco, quanto aos financiamentos. Se o dinheiro foi fartamente distribuído, no Brasil e por países governados por tiranos corruptos, gostaria de melhores explicações, pois a maioria do bem informada, tenho certeza, tem dúvidas sérias sobre o tema. Resumindo: ainda não abriram a 'caixa preta'!"

Eduardo Augusto de Campos Pires - 19/5/2017

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