Segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

ISSN 1983-392X

2006

Elevada a freguesia em data que se ignora (1775?) em território pertencente a Mogi Mirim, ficou pertencendo à comarca de São Paulo; depois à 3ª comarca (Campinas) pelo Ato do Presidente da Província, em Conselho, de 23 de fevereiro de 1833; à 7ª comarca (Franca), pela lei n. 7, de 14 de março de 1839; incorporada ao município de Casa Branca, pela lei n. 15 de 25 de fevereiro de 1841, ficou pertencendo ao termo de Mogi Mirim, 7ª comarca (Franca); termo de Mogi Mirim e Casa Branca, da 7ª comarca pelo decreto n.162, de 10 de maio de 1842; termo de Mogi Mirim e Casa Branca, comarca de Franca, pelo decreto n.1941, de 4 de julho de 1857; termo de Casa Branca, comarca de Mogi Mirim, pela lei n. 3, de 24 de fevereiro de 1863.

Elevada a vila em 1864, ficou pertencendo ao termo de Caconde, comarca de Mogi Mirim, pela lei n. 61, de 20 de abril de 1866; termo de Casa Branca, Caconde e S. Simão, comarca de Casa Branca, pela lei n. 46, de 6 de abril de 1872; termos reunidos de Caconde, S. Sebastião da Boa Vista, comarca de Caconde, pela lei n. 10, de 24 de março de 1874 e decreto n. 5633, de 16 de maio de 1874.

Esta comarca foi criada com os termos de Caconde e S. Sebastião da Boa Vista (Mococa), sede.

A lei n. 2329, de 27 de dezembro de 1928, incorporou o município de Tapiratiba. Pela lei n. 80, de 25 de agosto de 1892, foi desanexado o município de Mococa.

Caconde ficou pertencendo à comarca de:

Comarca de São Paulo - 1775?

3ª Comarca (Campinas) -1833

7ª Comarca (Franca) -1839

Comarca de Franca - 1852

Comarca de Mogi Mirim -1863

Comarca de Casa Branca -1872

Comarca de Caconde -1874

A comarca de Caconde consta atualmente dos seguintes municípios:

Tapiratiba

Juízes que passaram pela comarca:

  • Dr. Álvaro Gomes da Rocha - 1892 a 1893
  • Dr. Antônio José da Costa e Silva1893 a 1896

    O ministro Antônio José da Costa e Silva nasceu na cidade de São Paulo em 28 de fevereiro de 1866. Formou-se em 1888, pela Faculdade de Direito de São Paulo. Quando ainda era estudante, entregou-se ao Jornalismo, redigiu a "Gazeta do Povo", diário republicano e abolicionista. Advogou na cidade de Amparo. Deixando a advocacia, foi ser juiz municipal em Caeté, Minas Gerais. Exerceu posteriormente a magistratura em Caconde, São Simão e Santos. Em 1921 foi elevado a ministro do Tribunal de Justiça com assento na Câmara Criminal. Quando era juiz de direito em São Simão fundou a Santa Casa de Misericórdia. Aposentou-se em 1930, logo após a revolução de outubro. Foi um grande magistrado e insigne criminalista. Faleceu em 8 de julho de 1942, na Capital Paulista.

  • Dr. Octávio Affonso de Mello1896 a 1900
  • Dr. Leocádio Leopoldino Fonseca e Silva1900 a 1917

  • Dr. Cândido da Cunha Cintra1917 a 1918


    O desembargador Cândido da Cunha Cintra nasceu em Piracaia, São Paulo, em 1882. Cursou o Colégio São Luis em Itú, e, se formou pela Faculdade de Direito em São Paulo. Foi delegado de Polícia de Atibaia e das seguintes cidades: Piracaia, Pirassununga, Palmeira, São Carlos e Piracicaba. Mais tarde, como Juiz de Direito de Apiaí, foi removido para Caconde, Penápolis, Amparo, Baurú e finalmente para São Paulo, para a 3ª Vara Cível. Depois foi nomeado Desembagador do Tribunal de Apelação. Faleceu em São Paulo, em 1970.








  • Dr. Carlos Alberto Vianna1918 a 1920
  • Dr. Martiniano Leonel de Rezende1920 a 1922
  • Dr. Renato Gonçalves de Oliveira1922 a 1923
  • Dr. Lacides Lamaneres1924 a 1929
  • Dr. Balthazar Souto Mayor1924 a 1931
  • Dr. Pompílio Conceição1931 a 1940
  • Dr. Atugasmin Médici Filho1940 a 1945
  • Dr. Genóplos Moreira da Silva1945 a 1947
  • Dr. Octávio Stucchi – 1947 e 1954

  • Dr. Joviano Pacheco de Aguirre1954 a 1955

    O Dr. Joviano Pacheco de Aguirre, nasceu em Itirapina - São Paulo, formo-se em 1945, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Foi juiz de Direito, sucessivamente nas comarcas de Jales, Caconde, Olímpia, Pindamonhangaba, São Caetano do Sul e Capital. Foi juiz do Tribunal de Alçada Civil. Faleceu em 9 de outubro de 1976, com 56 anos de idade.

  • Dr. Diogo Del Bosco1955 a 1956
  • Dr. Agenor de Oliveira Andrade1956 a 1962
  • Dr. Vivaldo Fernandes Pinheiro1963 a 1967
  • Dr. José Haroldo de Oliveira e Costa1967 a 1969
  • Dr. Aristides Fernandes Braga1969 a 1970
  • Dr. Antônio Luiz Chaves Camargo1970 a 1972
  • Dr. Rovilson Cleber Sprovieri1973 a 1977
  • Dr. Paulo Almeida Serra1977 a 1978
  • Dr. Clovis Pacheco Silveira Filho1978 a 1981
  • Dr. Cyro Ricardo Saltini Bonilha1982 a 1982
  • Dr. José Gonçalves Rostey - 1982 a 1983
  • Dr. José Luiz Toloza Oliveira Costa1983 a 1983
  • Dr. Antônio Carlos da Cunha Garcia1983 a 1984
  • Dr. Ronaldo Frigini1985 a 1986
  • Dr. José Roberto Pereira1986 a 1989

Advogados de destaque na década de 50:

  • Dr. Lauro de Sousa Alves
  • Dr. José de Paiva Dutra
  • Dr. Cassiano José Dias

Denominações anteriores: Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Cabeceiras do Rio Pardo, Cacunda, Caconda, Arraial de Nossa Senhora do Bom Sucesso.

Fundadores: Jerônimo Dias Ribeiro, Antônio Bueno da Silveira, Padre Francisco Bueno de Azevedo, José Aguiar Maciel.

Data da fundação: Ano de 1775.

A história de Caconde divide-se em duas fases distintas: uma que vai de 1765 até o inicio de 1800 e outra que vai desta data até os nossos dias.

É difícil saber quem foi o fundador de Caconde. Contudo, documentos comprovam que nestas paragens estiveram, no ano de 1765, pessoas a procura de ouro, entre as quais o Capitão Pedro Franco Quaresma, provavelmente o descobridor das catas auríferas e, conseqüentemente, o fundador do arraial. Com a notícia de descoberta do ouro, que se supunha ser muito, o povoado aumentou e desenvolveu-se às margens do ribeirão Bom Sucesso. Com o aumento da população, o povoado foi elevado à categoria de freguesia, tendo como vigário, o padre Francisco Bueno de Azevedo, descendente de Amador Bueno.

Oficialmente, o nome da cidade era Nossa Senhora da Conceição das Cabeceiras do Rio Pardo, vulgarmente era conhecida, desde os primeiros documentos (1765) como Caconde. Alguns afirmam que a denominação “Caconda” que deu “Caconde”, é anterior ao descobrimento do ouro, e que tal denominação foi dada pelos negros fugidos, os quilombolas.

Como o ouro começou a se tornar escasso a população transferiu-se de São Mateus para Bom Sucesso (primeira sede da freguesia) e daqui para Bom Jesus, onde novas jazidas de ouro surgiram. Mas todas elas se extinguiram e, em 1804, o sertão do Rio Pardo ficou deserto como antes.

Terminado o ciclo de ouro, o homem vai se fixando à terra e inicia-se o ciclo agropastoril. Os mineiros para aí se dirigem e se apossam de grande parte das terras onde existia a antiga freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Cabeceiras do Rio Pardo ou Caconde. Isto sucedeu por volta de 1810. Há requerimentos de sesmarias nessa época e também, desentendimentos entre os ocupantes, mas o repovoamento determina o reerguimento da velha freguesia, que se concretiza com a doação do respectivo patrimônio, por Miguel da Silva Teixeira e sua mulher Maria Antônia dos Santos, feita a 28 de dezembro de 1822. A 24 de dezembro, celebra-se a primeira missa.

A freguesia foi elevada a Vila pela Lei n° 6, de 5 de abril de 1864. Foi elevada a cidade pela lei n° 10, de 9 de março de 1883. Em 1865 predominava a cultura de café. Como Município foi instalado em 21 de janeiro de 1865.

Foram incorporados os seguintes distritos: Sapecado (ex-Espírito Santo do Rio do Peixe, pela Lei n° 25, de 28 de março de 1865); Mococa, pela Lei 55, de 15 de abril de 1868; São José do Rio Pardo, pela Lei n° 40, de 8 de maio de 1877; Grama, pela Lei n° 452, de 12 de novembro de 1896; Tapiratiba, pela Lei n° 1028, de 6 de dezembro de 1906; Barrânia (ex-Santo Antônio da Barra), pela Lei n° 2964, de 3 de novembro de 1936.

Foram desmembrados: Mococa, pela Lei n° 558, de 20 de agosto de 1898; Sapecado (ex-Espírito Santo do Rio do peixe), pela Lei n° 558, de 20 de agosto de 1898; Tapiratiba, pela Lei n° 2329, de 27 de dezembro de 1928.

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  • Origem do nome

Caconda, povoação africana situada em uma região montanhosa e rica em ouro e pedras preciosas.

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  • Personagens

Dr. Paschoal Ranieri Mazzilli

O advogado e jornalista Paschoal Ranieri Mazzilli nasceu na cidade de Caconde (SP), em 27/04/1910, e faleceu em São Paulo (SP), em 21/04/1975. Duas vezes Chefe de Estado, Ranieri Mazzilli, como Presidente da Câmara dos Deputados, assumiu interinamente a Presidência da República em virtude da renúncia do titular e ausência do Vice-Presidente, em viagem à República Popular da China, até que se resolvesse a crise política gerada pela renúncia do Presidente Jânio Quadros. Posteriormente, como Presidente da Câmara dos Deputados, assumiu a Presidência da República, por convocação do Congresso Nacional, que anunciou a vacância do cargo, após a vitória do Movimento Revolucionário de 31/03/1964. No dia 15 de abril de 1964 entregou o cargo ao primeiro Governo da Revolução: Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco.





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  • Locais históricos

Igreja Matriz

Construída em estilo romântico puro no ano de 1955. Possui três telas a óleo em estilo clássico do pintor cacondense Edmundo Migliaccio: Nossa Senhora da Glória, Imaculada Conceição e Jesus Crucificado datadas em 1961.









Praça do Redentor

Localizada num dos pontos mais alto da cidade, tem a estátuado Cristo Redentor cercada por uma graciosa praça, ajardinada, com ambientes diversificados, bem iluminada e com um bom estacionamento.

Pela sua posição, tornou-se um mirante ideal para fotos panorâmicas, pois oferece uma bela visão tanto da cidade bem próxima, como, bem ao fundo, dos últimos contornos da Serra da Mantiqueira, onde se vêem as Escarpas do Rosseto, a Capelinha do Pontal na "Serra do Quilombo", o Morro do Mirante e muito mais.


A praça tanto pode ser alcançada por carro como a pé, pois esta ligada à parte baixa da cidade por uma grande e bem planejada escadaria que permite além de um bom exercício físico, a oportunidade de descortinar aos poucos a paisagem a sua frente.








Praça do Mirante Pedro Ribeiro

Situada a 14km da cidade, a uma altitude de 1.195m, com 360º de visão de horizonte, é um camarote de luxo para se apreciar o espetáculo da natureza.

A Praça do Mirante foi construída com a preocupação de manter e divulgar a já existente alma mística e esotérica do local que se avizinha da igrejinha do grande rezador Sr. Pedro Ribeiro a quem são atribuídas fortes rezas com efeitos milagrosos. Além da intenção descrita pretende-se oferecer ao cidadão do 3º milênio, da Era de Aquário, um templo ecumênico, um espaço que com a sua simbologia dá boas vindas a todas as correntes de pensamento.

Com o formato de um trevo de 04 folhas, a praça recebe seus visitantes, mostrando a sorte que tiveram pela oportunidade dessa visita. Visita que permite o contato com uma intricada conjugação de símbolos que vão desde as pirâmides à estrela de seis pontas (da androginia perfeita ao sexo dos deuses ), da cruz de Malta à flor de Lotus (chakra da coroa), dos trigramas do Ba-Guá ao útero da consciência cósmica e do portal do resgate dos espíritos evoluídos à seqüência numérica chave da passagem entre as diferentes dimensões.




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  • Curiosidades

Hino

Caconde, cidade morena
De vida serena
Que alegra e apraz
Cativa a quem te visita
A paisagem bonita
Ó estância da paz
Avistas a Faisqueira
Que é a fronteira
De Minas Gerais
Teu Clima saudável
Teu povo amável
Não se esquece jamais
És a terra dos passarinhos
Dos canários amarelinhos
Do café que tem sabor
Dos carros cantadores
Dos vasos de belas flores
Aos pés do Cristo Redentor
Graminha que é hoje barragem
Dá nova roupagem
À vista sem par
Os vales tão verdes de outrora
Imersos agora
Parecem um mar
Palmeiras altas, formosas
Ao lado das rosas
quais jóias em flor
Na fonte sonora
Que a noite decora
De luz e de cor.

Letra – Paulo Cerqueira Luz
Música – Maria Ruth Luz

Agricultura

Propr. agríc. existentes – 891

Variedade de culturas praticadas: café, algodão, cereais, fumo, cana de açúcar, frutas, tais como laranjas, bananas, mamão, limão, goiaba, etc.

Comércio

Número de firmas taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 203.

Relação das consideradas grandes firmas:

Secos e Molhados, Fazendas, Chapéus, Ferragens, Miudezas: A. Maringoli & Irmãos, Miguel Brigante, Mazzilli & Cia., Waldomiro Liuzzi, Irmãos Biondi, Irmãos Fanuele, José Evaristo Vilas Boas, Emílio Tardelli, Augusto Tardelli, José Mazzilli, M. A. de Oliveira Lellis, João Pelegrini, Corpa & Filhos, Pedro Reinig & Filhos, Waldemar Agostinete, Henrique Brokelman, Ulisses Cardoso Luz, Antônio Arimatéia Morais, Darci Fanuele Ribeiro, Jonas Assunção, João Torquato & Filho, José Olivieri & Filho, Leandro José Bastos, Luís Manuel de Almeida. No Distrito de Barrânia: Constantino Abrão, Avinor Modesto pena, Benjamim Abrão, Otávio Chelini e Viúva Amadeu Chelini, Domingos Ceravolo, João Moreira de Araújo, Sebastião Salustiano, Aristides Fernandes Correia.

Indústria

Números de indústrias taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 61.

Relações das consideradas grandes indústrias:

Fábricas de Bebidas e de Sabão: Comércio & Indústrias Reunidas.

Lacticínios: Fábrica de Manteiga e Queijos Mazzilli & Cia., Lacticínios Caconde, Indústria e Comércio Lacticínios S/A.

Madeira: Indústrias Reunidas de Madeiras Arruda & Reinig.

Fábrica de Farinha de Milho: Fábrica de Farinha de Milho João Pelegrini.

Torrefação de Café: João Olinto Alves.

Máquinas de Café e Algodão Scal: Sociedade Comercial “Café e Algodão”.

Fábrica de doces: Guilherme Semensato.

Fábrica de calçados: Delcísio Poli.

Oficina Mecânica: César Falmínio.

Fábrica de Aguardente: Júlio de Sordi, Paulo Badulato.

Ferrarias: Heitor Tardelli & Filhos, Vítor Infantini.

Bancos

Bancos com matriz no município: Casa Bancária Fanuele, paiva, Nigro & Cia.
Agências ou filiais de bancos do município: Banco Moreira Sales S. A., Banco Barreto S/A.

Caixa Econômica Estadual

Número de depositantes: 1292.
Montante dos depósitos: Cr$ 2.662.476,60.

Coletoria Estadual

Arrecadação em 1948: Cr$ 1.226.675,70.

Coletoria Federal

Total de arrecadação do Imposto de Renda: Cr$ 152.129,70.
Idem do Selo de Educação e Saúde: Cr$ 58.603,20.

Correios e Telégrafos

Classe de agência: 2.ª
Serviço de Reembolso Postal: Tem.
Montante da arrecadação de taxas de Reembolso Postal: Cr$ 103.894,40.

Estradas de Ferro

Estradas de ferro que servem o município: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.
Distância entre o município e a capital: 352 quilômetros.
Tempo médio de viagem: 8,30 horas.
Custo de passagens entre a capital e o município: 1ª classe: Cr$ 110,00; 2ª classe: Cr$ 58,50.
Número de trens diários entre o município e a capital: 6.

Estradas de Rodagem

Estradas estaduais que cortam o município: Caconde à Itaiquara, com apenas 12 quilômetros de rodovia estadual.

Distância entre o município e a capital: 350 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 8 horas.

Estradas municipais que cortam o município: Caconde a Poços de Caldas, Caconde a Muzambinho (três vias), Caconde a São José do Rio Pardo (duas vias), Caconde a Itaiquara e Tapiratiba e mais 10 estradas municipais tributárias.

Transportes rodoviários: Empresa de ônibus existentes: 4. Servindo as linhas Caconde-Estação de Itaiquara - Tapiratiba, Caconde - São José do Rio Pardo (via Fazenda Fortaleza): 1, de propriedade dos sucessores de Garute & Cia. Servindo a linha Caconde – Poços de Caldas: 1, de propriedade de José e Antônio Semensato. Servindo a linha Caconde – Barrânia: 1, de propriedade de Brasinel Sousa Dias.

Orçamento Municipal

Orçamento Municipal para 1949: Cr$ 600.000,00.
Arrecadação em 1948: Cr$ 439.315,00.
Despesa em 1948: Cr$ 411.638,20.

Informações Político-Administrativas

Atual prefeito municipal: Luís Zerbini Júnior.

Vereadores municipais: Alcindo Moreira, Aristodemo Ielo, Antônio Ferreira Pinto Filho, Francisco de Paula Maia, Adolfo Ferreira Pena, Augusto Tardelli, Hugo Mazzilli, João Marcelino de Oliveira, João de Oliveira Mesquita, Francisco Barboni, Francisco Oscar Vasconcelos, Miguel Agenor Moreira, Nestor Ribeiro Nogueira, José C. Limão.

Realizações da atual administração: Reforma de todas as estradas municipais; reconstrução da ponte do Rio Pardo, conhecida por Ponte Nova, abertura da estrada Caconde – S. José do Rio Pardo, via Fazenda Fortaleza, criação da Casa da lavoura, a ser aberta em 1950.

Número de eleitores qualificados: 3.177.

Zona eleitoral: 30a

Seções eleitorais: 12.

Número de eleitores que compareceram ao último pleito: 2.546.

Educação

Escolas secundárias: Ginásio Estadual de Caconde.

Escolas primárias: grupos escolares: 2. Grupo Escolar Dr. Cândido Lobo, em Caconde e Grupo Escolar de Barrânia, na vila Barrânia. Números de alunos matriculados: Caconde: 613 Barrânia: 160.

Escolas isoladas: 19 estaduais e 7 municipais.

Alfabetização de adultos: número de cursos: 7, sendo um na sede e 6 em núcleos rurais. Matriculados: 230.

Associações culturais: Grêmio Ginasial Paulo Setúbal, Ação Católica, Rotary Clube Internacional, Loja Maçônica Aurora Cacondense.

Associações esportivas: Cacondense Futebol Clube, União Esporte Clube.

Associações recreativas: Líder Clube, Clube Fenianos Cacondense.

Saúde

Hospitais existentes no município: Hospital Álvaro Guião, Santa Casa de Misericórdia. Mantidos por instituições beneficentes: Santa Casa de Misericórdia.

Subvenções que recebem: municipal: Cr$ 3.500,00; estadual: Cr$ 100.000,00; federal Cr$ 21.643,60.

Creches: Posto de Puericultura Estadual.

Serviços de Saúde: Posto de Assistência Médico – Sanitária Estadual.

Montante da arrecadação de selo de educação e saúde no último exercício: Cr$ 58.603,20.

Informações Urbanas

Números de prédios existentes: 600.

Edifícios públicos: Grupo Escolar Dr. Cândido Lobo, Fórum e Cadeia Pública, Prefeitura Municipal de Caconde, Santa Casa de Misericórdia, Asilo Coronel Gustavo Ribeiro, Igreja Matriz de Caconde.

Número de ruas: 12.

Número de praças: 3.

Número de jardins: 3.

Atrações turísticas: Remanso do Paradouro, no Rio Pardo, vistas da Fazenda Eliezer Bueno a 1800 metros de altitude, de onde se descortinam panoramas de serranias, num raio de mais de 100 quilômetros; passeios campestres, caçadas pescarias, etc.

Hotéis: Paulista, Brasil.

Imprensa: “Cidade de Caconde”, fundado em 1909, por Febrônio de Almeida.

Veículos licenciados: a motor: 37; tração animal: 304.

Monumentos: Monumento do Cemitério de Caconde, à Praça Sampaio Vidal.

Serviços Públicos

Abastecimento de água: Água encanada, oriunda de fontes situadas na serra dos Ciganos, a três léguas de distância desta cidade.

Iluminação: A cargo da Companhia Geral de Eletricidade, com Usina própria de grande potência, no local denominado Paradouro, no rio Pardo, a três quilômetros da cidade.

Energia Elétrica: Fornecida pela mesma empresa.

Telefones: Serviço pertencente ao sr. Adelino de Paula Lima, com ligações em tráfego mútuo para São Paulo e demais cidades do Estado.

Matadouro Municipal: O Matadouro Municipal funciona regularmente.

Cemitérios: 1, municipal.

Bibliotecas: Infantil, no Grupo Escolar, do Ginásio Estadual, dos presidiários, na Cadeia Pública local e Loja Maçônica Aurora Cacondense.

Guarda Noturna: Sob a direção do sr. Delegado de Polícia.

Informações Religiosas

Organização da Igreja Católica: Caconde é sede de paróquia. Há capelas autorizadas em quase todos os bairros do município.

Obras assistenciais mantidas pela Igreja Católica: Ação Católica.

Organização da Igreja Protestante: Há culto Metodista, Culto dos Anciães Cristãos e Protestantes Presbiterianos.

Organização dos Centros Espíritas: Centro Espírita Bezerra de Menezes.

Informações diversas

Médicos: Drs. Zacarias Pinheiro, Hugo Mazzilli, Evandro Câmera, Sebastião Ribeiro do Vale.

Engenheiros: Vicente Maria de Paulo Lacerda (agrônomo licenciado).

Dentistas: Drs. Alcino Alves de Sousa Lima e Luís Mathias Duarte.

Farmácias: Popular, Donabela, Barboni.

Instalações de Raios X: Na Santa Casa de Misericórdia de Caconde.

Cinemas: Cine Guarani, propriedade de Irmãos Maringoli.

Corporações musicais: 1.

Conjuntos orquestrais: 1.

Grupos de amadores teatrais: 1.