Sexta-feira, 20 de outubro de 2017

ISSN 1983-392X

2006

Elevada a distrito de paz, em 1902, no município de Nuporanga, ficou pertencendo pela lei n° 859, de 6 de dezembro do mesmo ano, à comarca de Nuporanga,que pela lei n° 1.181, de 25 de novembro de 1909, tomou o nome de Orlândia.

Elevada a município, em 1917, continuou pertencendo, pela lei n° 1.588, de 26 de dezembro do mesmo ano, a comarca de Orlândia, passando a comarca de São Joaquim pela lei n° 2.256, de 31 de dezembro de 1927. Foi instalada a 25 de maio de 1928.

Esta comarca, instalada em 25 de maio de 1928, foi criada com o município de São Joaquim, ao qual foram incorporados o distrito de paz de Olhos D’água e uma parte do distrito de paz de Morro Agudo do município e comarca de Orlândia.

São Joaquim da Barra ficou pertencendo à comarca de:

Comarca de Nuporanga - 1902

Comarca de Orlândia - 1909

Comarca de São Joaquim - 1928

A comarca de São Joaquim da Barra consta atualmente dos seguintes municípios:

Não atende outro município.

Juízes que passaram pela comarca:

  • Dr. José Francisco de Oliva1928 a 1933





  • Dr. Hermann da Cunha Canto1933 a 1935






  • Dr. Benedito de Oliveira Noronha1935 a 1938






  • Dr. João Baptista Marques da Silva1938 a 1941



 

  • Dr. José Carlos Ferreira de Oliveira - 1941 a 1946





  • Dr. José Cardoso Filho1946 a 1952





  • Dr. Martim Francisco Ribeiro de Andrada1952 a 1955





  • Dr. Renato de Salles Abreu1955 a 1959





  • Dr. Lair da Silva Loureiro1959 a 1961




  • Dr. Tomaz Ferreira Rodrigues1961 a 1966





  • Dr. Lothário Octaviano Diniz Junqueira – 1967




  • Dr. Ercílio Cruz Sampaio1967 a 1970




  • Dr. João Silveira Neto1970 a 1971





  • Dr. José de Mello Junqueira - 1971 a 1972




  • Dr. Hélio Quaglia Barbosa - 1973
  • Dr. Walder Antônio Esbreogeo - 1973 a 1976
  • Dr. Cyro Antônio F. R. de Souza1977 a 1978

  • Dr. Nilton Messias de Almeida1979 a 1982





  • Dr. Francisco Neves Coelho1982 a 1983





  • Dr. Jayme Aparecido Tortorello1983 a 1985





  • Dr. Maurício Rodrigues Marques – 1985




  • Dr. Antônio Sérgio Reis de Azevedo1986 a 1990





  • Dr. José Carlos Metroviche1990 a 1995





  • Dr. Júlio Cézar dos Santos1995 a 1998





  • Dra. Ana Paula F. Cypriano1999 a 2005





  • Dra. Maria Clara Schmidt de Freitas - 1999

Advogados de destaque na década de 50:

  • Dr. João Batista de Freitas Malheiros
  • Dr. Milton Rezende Junqueira
  • Dr. Guilherme Junqueira Meirelles

Denominações anteriores: São Joaquim.

Fundadores: Manuel Damásio e Manuel Gouevia de Lima.

Data da fundação: Ano de 1896.

Em 1952 dois jornalistas joaquineneses, de maneira diferente, mas com os mesmos propósitos, escreveram em “Memorial Histórico” o seguinte: Os povoadores de Ipuã procederam de Caldas e outros lugares de Minas Gerais. E os de São Joaquim, que já se chamou “Capão do Meio”, São Joaquim, São Joaquim do Oyçaí, novamente São Joaquim e finalmente São Joaquim da Barra, (Barra, por causa do nome do córrego que dividia o território de Ipuã a este, e para atender a exigência legal de evitar nomes iguais para mais de uma cidade) foram Manoel Damásio Ribeiro, português, vindo do sítio Ventania, comarca de Batatais, deste Estado; Francisco Fernandes Vidal, espanhol; Manoel Gouveia de Lima, desta zona; Manoel Trindade da Silva, baiano, além de outras pessoas e famílias que já moravam nestas imediações e que foram para dentro de Capão do Meio ao se esboçar o povoado.

São Joaquim era pouso habitual de viajantes, negociantes e tropeiros no percurso entre Ipuã e Nuporanga (Espírito Santo de Batatais), daí ser escolhido pelo Sr. Manoel Damásio Ribeiro para ponto de uma venda à beira da estrada.

Antes já havia vendinha do outro lado do córrego (cemitério), mas a formação da cidade, ou seja o povoamento, deu-se onde Damásio construiu a primeira casa, e precisamente onde está o estabelecimento comercial que tem o seu nome e que pertence a J. C. da Silva Leça.

Dizem alguns antigos joaquinenses que antes da chegada do Sr. Damásio ao antigo “Capão do Meio” , já havia outros habitantes a ocupar os casebres de pau-a-pique aqui levantados.

Portanto, o “Capão do Meio” já era habitado em 1891, todavia, o homem que primeiro construiu uma casa de telhas e tijolos no povoado, e aqui se fixou em caráter definitivo, foi o Sr. Manoel Damásio Ribeiro.

Formação administrativa – São Joaquim da Barra esteve sob orientação administrativa de Orlândia, como distrito criado pela Lei Estadual n° 859, de 6 de dezembro de 1902. Quatro anos após, em 19 de dezembro de 1906, pela Lei n° 1.035, foi São Joaquim elevada à categoria de Vila.

Desmembrou-se do município de Orlândia por força do disposto na Lei n° 1.588, de 26 de dezembro de 1917, tendo sido constituído como município autônomo, sendo que sua instalação deu-se em 10 de abril de 1918.

Na divisão administrativa referente ao ano de 1933, bem como nas territoriais datadas de 21 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual n° 9.073, de 31 de março de 1938, o Município de São Joaquim figura com os distritos da sede, o de Olhos D’Água, assim permanecendo no quadro, em vigência no qüinqüênio 1939-1943, fixado pelo Decreto-lei Estadual número 9.775, de 30 de novembro de 1938. Pelo Decreto-lei Estadual n° 14.334, de 30 de novembro de 1944, o município de São Joaquim tomou a denominação de São Joaquim da Barra, conservada até o presente.

Formação Judiciária – A comarca de São Joaquim foi criada pela Lei n° 2.256, de 31 de dezembro de 1927. Segundo as divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, e o quadro anexo ao Decreto-lei Estadual n° 9.073 de 31 de março de 1938, o município de São Joaquim está subordinado ao termo único da Comarca de igual nome, termo este constituído apenas pelo referido Município. Essa situação foi mantida nos quadros fixados pelos Decretos Estaduais n° 9.775, de 30 de novembro de 1944, para vigorarem, respectivamente, no qüinqüênio 1939-1943 e 1945-1948, observando-se, porém, que neste último período a Comarca, o termo e o Município se denominaram São Joaquim da Barra.

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  • Origem do nome

São Joaquim da Barra recebeu este nome por ter sido fundada em antigos terrenos da fazenda São Joaquim.

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  • Personagens

Rolando Boldrin


Rolando Boldrin nasceu em São Joaquim da Barra, SP, em 22 de Outubro de 1936. Aos sete anos, já tocava viola e, aos 12, formando com um irmão a dupla Boy e Formiga, fazia sucesso no rádio de sua cidade. Incentivado pelo pai, resolveu tentar a sorte em São Paulo SP, onde trabalhou como sapateiro, frentista, carregador e garçom, antes de se firmar como artista.

Estreou na carreira musical nos anos de 1960, participando de um disco da cantora Lurdinha Pereira, que logo se tornou sua esposa e produtora de seus discos. Foi pioneiro na realização de programas de televisão dedicados a musica brasileira autentica, de inspiração regional, diferenciada da musica sertaneja de consumo: Som Brasil (TV Globo), Empório Brasil (TV Bandeirantes) e Empório Brasileiro (SBT).

Sintetizou a experiência profissional na realização de "teatros musicados", espetáculos em que seu personagem se transforma em ator, cantador, poeta, interprete e contador de "causos": Palavrão, show com a Banda de Pau e Corda (1974), Teatro de quintal (1975), Paia... assada (1987) e Brasil em preto e branco (1993 e 1994) foram consagrados pelo publico e pela critica. No radio, criou o programa Violas de Repente, apresentado na Rádio Jornal de São Paulo (1980 e 1981) e na Rádio Globo (1982). Destacou-se também no cinema, premiado pela APCA por sua participação no filme Doramundo (1978), de João Batista de Andrade.

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  • Dados atuais

Total de habitantes: 45.110 (População estimada 2005 em 1.7.2005)

Mulheres residentes: 17.712 (10 anos ou mais de idade - municípios vigentes em 2001)

Homens residentes: 17.117 (10 anos ou mais de idade - municípios vigentes em 2001)

Área da unidade territorial (km²): 412

PIB a Preço de mercado corrente - 2001: 309.837 Mil Reais

PIB a Preço de mercado corrente – 2002: 62.452 Mil Reais

Óbitos e Serviços de Saúde 2002-2003:

Óbitos hospitalares - Homens - 76
Óbitos hospitalares - Mulheres - 58
Óbitos hospitalares - Doenças infecciosas e parasitárias - 9
Óbitos hospitalares - Causas externas - 0
Estabelecimentos de saúde - Total - 69
Leitos hospitalares - 126
Leitos hospitalares disponíveis ao SUS - 98

Registro Civil 2002:

Nascidos vivos - 709
Casamentos - 195
Separações judiciais - 46

Representação Política 2004:

Nome do candidato eleito – Maria Helena Borges Vannuchi
Número de votos do candidato eleito - 12.606
Nome do candidato segundo colocado – Wagner José Schmidt
Número de votos do candidato segundo colocado - 11.168
Votos válidos - 27.049
Número de eleitores - 30.718

Instituições Financeiras 2004:

Número de Agências - 9
Operações de Crédito - R$ 116.279.710,35
Depósitos à vista - governo - R$ 775.798,14
Depósitos à vista - privado - R$ 18.130.015,77
Poupança - R$ 48.688.800,51
Depósitos à prazo - R$ 39.487.027,70
Obrigações por Recebimento - R$ 32.275,31

Finanças Públicas 2003:

Valor do Fundo de Participação dos Municípios - FPM - R$ 5.938.017,60
Valor do Imposto Territorial Rural - ITR - R$ 100.830,74

Frota 2004:

Automóvel - 9.427
Caminhão - 731
Caminhão trator - 185
Caminhonete - 451
Micro-ônibus - 34
Motocicleta - 3.163
Motoneta - 1.217
Ônibus - 118
Trator de rodas - 0

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  • Locais históricos

Estação São Joaquim da Barra

A estação foi aberta em 1902 como São Joaquim. Depois foi ampliada em 1909. Em 1945, o CNG determinou a mudança de nome para o atual. Era uma estação com enorme movimento. Em 1955, havia 20 mil sacas de cereais armazenados, aproveitando todo o espaço disponível. No vestíbulo, pilhas de café beneficiado e só um corredor para movimentação dos passageiros. Até na sala de espera havia cereais. As queixas contra a estação, agora já no centro da cidade, aumentavam. A estação foi finalmente desativada em 1979 e substituída por uma outra, nova, do lado oeste da cidade. Os trilhos foram retirados poucos anos depois, e, em 1985, a imprensa denunciava o estado deplorável em que se encontrava a estação da Mogiana. No fundo as casas desativadas, antigas moradias de funcionários da Companhia. O pátio dos trilhos ainda estava abandonado, não havia avenida. O leito da linha, que passava dentro da cidade, foi mais tarde transformado numa avenida larga, e a estação transformou-se em rodoviária.



Histórico da linha:


O ramal de Igarapava foi aberto em seu primeiro trecho, em 1899, até Jardinópolis, a partir do local em que seria construída a estação de Entroncamento, um ano depois. Em 1905, chegou a Igarapava, então ainda Santa Rita do Paraizo. Em 1914, atingiria a linha do Catalão, já em Minas Gerais, pouco antes de Uberaba. O ramal atravessava as melhore terras de café do norte do Estado. Em fevereiro de 1979 foi fechado para cargas, e em 10/05/1979 para os trens de passageiros, e substituído pela variante Entroncamento-Amoroso Costa, que correria mais a oeste da linha velha e se tornaria então a continuação do tronco retificado da ex-Mogiana. Os trilhos foram retirados por volta de 1986, sobrando apenas as velhas estações, abandonadas ou com outras funções.



Agricultura

Propr. agríc. existentes – 285
Propr. agríc. com menos de 20 alqueires – 179
Propr. agríc. de 20 a 50 alqueires – 53
Propr. agríc. de 50 a 100 alqueires – 20
Propr. agríc. de 100 a 200 alqueires – 12
Propr. agríc. de 200 a 500 alqueires – 18
Propr. agríc. de mais de 500 alqueires – 3

Variedade de culturas praticadas: café, algodão, arroz, milho, feijão, amendoim, gergelim, mamona, cana de açúcar, banana.

Valor global aproximado das propriedades agrícolas: Cr$ 70.490.000,00

Comércio

Número de firmas taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 299.

Relação das consideradas grandes firmas:

Ferragens: J.C. da Silva Lessa, Degiovanni & Cia., Joaquim de Sousa.

Padaria e Confeitaria: Ilário Pansani, José Cavalini, João Franco de Morais, João Gomes.

Fazendas e Armarinhos: Irmãos Chead, Miguel & Fares, J.C. da Silva Lessa, José Nader, Domingos David & Irmãos, Agege Murad, Jerônimo Luis da Silva, Jorge Calil Simão, Azize Salomão, Said Abrão, Eli Machado, José Irmão e Irmão.

Rádios: Casa Brasil, Loja Nova, Turffi Barquet, a Radial.

Calçados: Irmãos Mauad, Irmãos Rossini, Francisco Barbierto.

Secos e Molhados: Degiovanni & Cia., J.C. da Silva Lessa, Casa Econômica, Pedro Meneghiti, Tomás Aquino Rosa.

Materiais elétricos: Casa Souza, Casa Santa Cecília, Casa Santa Rita.

Indústria

Números de indústrias taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 99.

Número de operários trabalhando nas indústrias: 50, aproximadamente.

Capital invertido na indústria no município: Capital realizado: Cr$ 13.900.000,00. Capital aplicado: Cr$ 8.400.000,00.

Relações das consideradas grandes indústrias:

Móveis: Francisco Mian, Benjamin Andreani.

Produtos alimentícios: Fábrica de Doces Lambari.

Fábrica de calçados: Irmãos Mauad, Irmãos Rossini, Francisco Barbierato, Leonello.

Cortume: São Joaquim.

Bancos

Bancos com matriz no município: Casa Bancária J. C. da Silva Lessa.

Agências ou filiais de bancos do município: Banco de São Paulo S. A., Banco do Estado de São Paulo S. A., Banco Artur Scatena S. A.

Caixa Econômica Estadual

Número de depositantes: 1651 (8/4/1949).
Montante dos depósitos: Cr$ 3.480.268,10 (8/4/1949).

Coletoria Estadual

Arrecadação em 1948: Cr$ 2.890.000,00.

Coletoria Federal

Arrecadação total em 1948: Cr$ 1.282.829,80

Correios e Telégrafos

Classe de agência: 2.ª
Montante da última arrecadação: Cr$ 219.189,50.
Serviço de Reembolso Postal: Tem.
Montante da arrecadação de taxas de Reembolso Postal: Cr$ 151.576,50.

Estradas de Ferro

Estradas de ferro que servem o município: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.
Distância entre o município e a capital: 509 quilômetros.
Tempo médio de viagem: 14 horas.
Custo de passagens entre a capital e o município: 1ª classe: ida: Cr$ 163,40; ida e volta, Cr$ 261,60; 2ª classe: ida, Cr$ 84,10; ida e volta Cr$ 134,50 – Excursão: Cr$ 218,00.
Número de trens diários entre o município e a capital: 2.

Estradas de Rodagem

Estradas estaduais que cortam o município: Estrada estadual Ribeirão Preto – Igarapava.

Distância entre o município e a capital: 413 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 10 horas.

Estradas municipais que cortam o município: São Joaquim da Barra a Ipuã, a Nuporanga, a Morro Agudo, a Franca, a Fazenda São Luís.

Transportes rodoviários: Linhas de ônibus existentes: 2. Servindo a linha São Joaquim–Ribeirão Preto: 4. Número de viagens diárias nesse percurso: 8. Custo de passagem: Cr$ 19,00.

Aviação

Localização do campo de pouso: 1.500 metros do centro da cidade, direção L.
Número de pistas: 2: uma de 1.300 metros, outra de 1.400 metros aproximadamente.
Capacidade das pistas e tipo: Para aviões bi-motores.

Orçamento Municipal

Orçamento Municipal para 1949: Cr$ 1.875.400,00.
Arrecadação em 1948: Cr$ 1.705.031,10.
Despesa em 1948: Cr$ 1.701.092,80.

Informações Político-Administrativas

Atual prefeito municipal: Adolfo Alfeu Ferrero.

Vereadores municipais: Abílio Bezerra, Abrão Mauad, Avelino Cozza, Antônio Guedes Jr., Jerônimo Osório de Menezes, Roberto Rezende Junqueira, João Batista de Freitas Malheiros, Odonis Barbanti, Francisco Deieno, Carlos de Rezende Enout, Tomás Aquino Rosa, Walter Stupello e Pedro Chediack.

Realizações da atual administração: Estão previstas e em vias de realização, as seguintes obras: complementar a rede de água e esgotos; calçamento, a paralepipedos, de diversas ruas; ampliar e melhorar a iluminação política; remodelação completa das estradas de rodagem municipais; construção de uma estrada rodoviária; remodelação e calçamento do jardim público; construção de um novo matadouro; construção de uma ponte sobre o rio Sapucaí-Mirim, na estrada que liga esta cidade a de São José da Bela Vista; reconstrução da estrada municipal São Joaquim da Barra – Nuporanga. Para estes serviços a Prefeitura já adquiriu uma ótima e possante moto-niveladora.

Número de eleitores qualificados: 4.897.

Zona eleitoral: 123a

Seções eleitorais: 15.

Número de eleitores que compareceram ao último pleito: 2.647.

Educação

Escolas secundárias: Ginásio Estadual e Escola Técnica de Comércio “São José”.

Escolas primárias: grupos escolares: 2. instalados em prédio próprio; número de alunos matriculados: 1.033.

Escolas isoladas: Mantidas pelo Estado: 11.

Número de crianças em idade escolar afastadas das escolas: 266, aproximadamente.

Alfabetização de adultos: número de cursos: 10; matriculados: 277.

Associações esportivas: São Joaquim Tênis Clube, Associação Atlética Joaquinense, São Joaquim Futebol Clube.

Saúde

Serviços de Saúde: Posto de Assistência Médico – Sanitária, Posto de Tracoma (mantidos pelo Estado).

Montante da arrecadação de selo de educação e saúde no último exercício: Cr$ 49.608,00.

Informações Urbanas

Números de prédios existentes: 1.304.

Edifícios públicos: Prefeitura Municipal, Matriz da cidade, Fórum, Capela de São Bom Jesus da Lapa, Cadeia Pública, Grupo Escolar.

Número de ruas: 27.

Número de praças: 2.

Número de jardins: 1.

Atrações turísticas: Usina da Cia. Paulista de Força e Luz, no rio Sapucaí-Mirim.

Hotéis: Raimundo e Machado.

Rádio: ZYK, Rádio São Joaquim Ltda.

Veículos licenciados: a motor: 178; tração animal: 961.

Serviços Públicos

Abastecimento de água: Serviço da Prefeitura Municipal. Ligado a 906 residências.

Rede de esgotos: Serviço da Prefeitura Municipal. Ligado a 850 prédios.

Iluminação: A cargo da Cia. Paulista de Força e Luz que cobra o preço máximo de Cr$ 0,69 o kiliwatt-hora.

Energia Elétrica: Fornecida pela mesma Companhia.

Telefones: Serviço da Empresa Telefônica de Orlândia. 148 aparelhos ligados.

Calçamento: A cidade possui 31.200 metros quadrados de calçamento a paralepípedos.

Matadouro Municipal: Reses abatidas: 42 bois, 2.198 vacas, 382 vitelos, 678 porcos.

Cemitérios: Cemitério municipal, na zona suburbana.

Bibliotecas: Biblioteca da Escola Técnica de Comércio “São José”, Biblioteca do Ginásio Estadual.

Guarda Noturna: Mantida pela população.

Informações Religiosas

Organização da Igreja Católica: Paróquia de São Joaquim. Capelas públicas: 1. Capelas particulares: 3.

Obras assistenciais mantidas pela Igreja Católica: Conferência de São Vicente de Paula.

Organização da Igreja Protestante: Casa da Oração.

Organização dos Centros Espíritas: Centro Espírita do “Além”.

Informações diversas

Médicos: Drs. Álvaro do Couto Costa, Geraldo Vilela Rosa, José Ribeiro Fortes, Alberto Prata Jr., Alcino Junqueira Meirelles, Otávio Rezende Enout.

Dentistas: Drs. José Olímpio Freiria, Geraldo Ferreira, Mário Vieira Brandt, Oronte Rosas dos Santos, Anis João, Jair de Sousa Teixeira, Antônio Nicolau Além, Agezípolis Alves Ferreira.

Farmácias: Falleiros, São José, Globo, São Paulo, São Joaquim.

Laboratórios de análises: Laboratório de Análises Clínicas, do Dr. José Ribeiro Fortes.

Instalações de Raios X: Tem

Cinemas: Cine Santa Cecília, com capacidade para 400 pessoas.

Conjuntos Orquestrais: 2

Grupos de amadores teatrais: Grêmio L’tero-Artistico “Catulo da Paixão Cearense”.

Engenheiros: Vicente Maria de Paulo Lacerda (agrônomo licenciado).

Dentistas: Drs. Alcino Alves de Sousa Lima e Luís Mathias Duarte.

Farmácias: Popular, Donabela, Barboni.

Instalações de Raios X: Na Santa Casa de Misericórdia de Caconde.

Cinemas: Cine Guarani, propriedade de Irmãos Maringoli.

Corporações musicais: 1.

Conjuntos orquestrais: 1.

Grupos de amadores teatrais: 1.

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