Quarta-feira, 29 de março de 2017

ISSN 1983-392X

2006

Antiga capela de N. S. das Dores de Tatuí, no município de Constituição, hoje Piracicaba. Sendo elevada a freguesia com o mesmo nome, em 1830, ficou pertencendo à comarca de Itu; ao termo de Constituição, Araraquara e Pirapora (Tietê), da 4.ª comarca (Itu), pelo Ato do Presidente da Província, em Conselho, de 23 de fevereiro de 1833; termo de Constituição, da 3.ª comarca (Campinas) pela lei n. 7, de 14 de março de 1839; elevada a vila em 1842, ficou pertencendo ao termo de Constituição e Limeira da 3.ª comarca (Campinas) pelo decreto n. 162, de 10 de maio de 1842; termos reunidos de Constituição,de Limeira e S. João do Rio Claro, comarca de Mogi Mirim, pela lei n. 11, de 17 de julho de 1852; termos reunidos de Limeira e S. João do Rio Claro, pelo decreto d. 1.447, de 2 outubro de 1854; termo de Limeira, comarca de Mogi Mirim, pela lei n. 26 de 6 de maio de 1859; termo de Limeira, comarca de S. João do Rio Claro, pela lei n. 3, de 24 de fevereiro de 1863; termo de Limeira, comarca de Limeira, pela lei n. 37, de 20 de abril de 1875, sendo instalada a 1.° de julho de 1875.

Esta comarca foi criada com os termos de Limeira e Vila do Patrocínio das Araras. A lei n. 80, de 25 de agosto de 1892, desanexou o município de Araras.

Limeira ficou pertencendo à comarca de:

Comarca de Itu - 1830

4.ª Comarca (Itu) - 1833

3.ª Comarca (Campinas) - 1839

Comarca de Mogi Mirim - 1852

Comarca de S. João do Rio Claro - 1863

Comarca de Limeira - 1875

A comarca de Limeira consta atualmente do seguinte município:

Iracemápolis


Alguns juízes que passaram pela comarca:

  • Dr. Francisco Gonçalves da Silva
  • Dr. Evaristo de Araújo Cintra
  • Dr. João Pinto de Castro
  • Dr. Francisco Vieira de Almeida
  • Dr. Gastão de Souza Mesquita
  • Dr. Antônio de Paiva Azevedo
  • Dr. Custódio Moreira César
  • Dr. Júlio César da Silveira
  • Dr. José Corrêa de Meira
  • Dr. João César Sobrinho
  • Dr. João de Paula Castro
  • Dr. Francisco Silveira Filho
  • Dr. Raul da Rocha Medeiros Junior
  • Dr. Olavo Ferreira Prado

    Olavo Ferreira Prado nasceu em Jacarézinho, Estado do Paraná, em 28 de fevereiro de 1916. Bacharelou-se em Direito pela Universidade de São Paulo. Foi juiz de direito substituto da Comarca de Taubaté, juiz de direito da lª entrância da comarca de Martinópolis, nomeado para a comarca de Patrocínio do Sapucai, 2ª entrância na comarca de Limeira, 3ª entrância na comarca da Capital, 4ª entrância para 5ª Vara da Família e Sucessões e para a 2ª instância de São Paulo. Ocupou os cargos elevados de juiz do Tribunal de Alçada Civil e da Alçada Criminal; presidente da 2ª Câmara do Tribunal de Alçada Civil, vice presidente do 1º Tribunal de Alçada Civil, presidente do 1º Tribunal de Alçada Civil e de desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Recebeu como condecoração o Colar do Mérito Judiciário. Faleceu em 05 de março de 1983.

  • Dr. José Duílio Nogueira de Sá
  • Dr. Francisco Ignácio Quartim Barbosa
  • Dr. Jacinto Elias Rocha Brito
  • Dr. Ernani de Paiva
  • Dr. Renato Riotaro Takiguthi
  • Dr. Lourenço Agostinho Abbá Filho

Advogados de destaque na década de 50:

  • Dr. Otávio Lopes Castelo Branco

    O Dr. Octavio Lopes de Castelo Branco nasceu em 11 de julho de 1903, em Guaramiranga, município de Baturité, Ceará. Iniciou seus estudos no Colégio São Luis de Pacoty no Ceará no ano de 1915. Em seguida foi enviado ao Colégio Caraça, dos padres Lazaristas, próximo a Santa Barbosa, em Minas Gerais. Foi o melhor aluno de todos os cursos e destacou-se também como músico, tocava clarineta na banda da escola. Pelos seus dotes culturais e destaque em todas as matérias, recebeu todos os prêmios do colégio, inclusive uma viagem a Roma para a conclusão de seus estudos e, posteriormente, tornar-se sacerdote. Porém, na formatura no ano de 1920, decidiu que o sacerdócio não era sua vocação, dirigiu-se ao Rio de Janeiro abandonando a bolsa que havia ganho. Tomou a decisão de matricular-se na Escola Militar, mas em conversação com Austrogésilio de Athayde, teve suas idéias modificadas e aceitou a sugestão do amigo para estudar Direito. Teve, então, de concluir os estudos ginasiais, pois com o seu diploma em escolas sacerdotais não lhe permitia ingressar numa Escola Superior. Em apenas dois anos fez todos os exames que o curso exigia. Em 1923, ingressou definitivamente na Faculdade de Direito. Na época, Octavio custeava seus estudos e começava a escrever em jornais para o próprio ganho. Passou pela "A Tribuna", "A Folha" e ainda para o maior jornal católico do Brasil, "A União", de Petrópolis. Porém, como a verba que recebida era insuficiente, teve de mudar-se para São Paulo, o que o trouxe mais próximo de Limeira. Foi então convidado a ser professor no Colégio Santo Antonio, e chegou a esta cidade, Limeira, no dia 11 de fevereiro de 1925, viajava até o Rio de Janeiro, o que fez durante três anos, até concluir seus estudos na Faculdade de Direito. Foi o orador da turma na formatura, sendo cumprimentado pessoalmente pelo Presidente da República e Ministros de Estado. Na revolução de 1930, em outubro, assumiu o cargo de delegado local, e o também o cargo de vice-diretor do Colégio Santo Antonio, até quando este passou para propriedade do Estado. No ano de 1931, a primeira turma de formandos de Limeira, escolheu o já Doutor Octavio para paraninfo. Em 1932, na Revolução Constitucionalista, foi promotor público em Limeira e em 1934, membro do Diretório Municipal do Partido Constitucionalista e procurador do município. No ano de 1936 foi eleito vereador do município, como líder da maioria na Câmara. Ocupou em Limeira os cargos de presidente do Limeira Clube; presidente do Rotary Clube; vice-presidente da Rádio Educadora de Limeira; redator chefe de "A Gazeta de Limeira", presidente do Tiro de Guerra e da 4ª seção da Ordem dos Advogados que abrangia as comarcas de Limeira e de Rio Claro. Foi presidente da Cooperativa dos Floricultores de Limeira, vice-presidente da A. A. Internacional, posteriormente foi escolhido pelo povo para assumir o cargo de prefeito municipal. Sua atuação como governador do município foi uma das mais atuantes. Quando da expiração de seu mandato, foi eleito ainda pelo povo, como deputado estadual da Assembléia Legislativa de São Paulo. Faleceu em 13 de novembro de 1950.

  • Dr. Ubirajara Gomes de Melo
  • Dr. Alfredo Ferraz de Abreu
  • Dr. Vival do Gonçalves Corte
  • Dr. Breno Machado Gomes
  • Dr. José Breno Guimarães
  • Dr. Celso Caiuby Novais

Denominações anteriores: Tatuibi, Rancho de Limeira, N. S. das Dores de Tatuibi.

Fundadores: Manuel de Cunha Bastos, José da Cunha Bastos.

Data da fundação: 9/12/1830.




Diz a tradição que no século XVIII, com as entradas e bandeiras, costumavam os bandeirantes a descansar num “pouso” situado a 27 léguas de São Paulo, às margens do Ribeirão Tatuibi, denominação dada pelos silvícolas, que em tupi-guarani significa tatu-pequeno.

Esta região ficara conhecida nos mapas e roteiros dos bandeirantes como sertões do Tatuibi, e, o pequeno pouso passou a denominar-se, por aqueles sertanistas, Rancho do Morro Azul.

Em uma das entradas, dentre as muitas que por aqueles sertões ousavam penetrar, seguira um franciscano. Tratava-se de frei João das Mercês, que consigo levava uma porção de limas, pois era crença que as frutas afugentavam as febres malignas que por aqueles sertões grassavam.

Ao chegar no Rancho de Morro Azul, Frei João das Mercês, viu-se atacado por febres e não resistiu à moléstia faleceu. Aí mesmo foi sepultado. Ao pé da pequena cruz nasceu uma árvore, uma limeira, e o modesto pouso que existia no local passou a ser chamado de Rancho da Limeira.

Pouco a pouco foram chegando os primeiro povoadores e habitação toscas e rústicas foram sendo construídas.

Em 1815 o Senador Vergueiro faz a primeira derrubada. Tem início no velho sertão as primeiras culturas de cana-de-açúcar. Alguns anos após o Senador Vergueiro passa a residir na Fazenda Ibicaba.

Alguns povoadores da região, entre os quais: Luiz Manoel da Cunha Bastos, Joaquim Franco de Camargo, Beto Manoel de Barros, Manoel Ferraz de Campos e outros, por volta de 1824, resolveram construir uma capela, sob a invocação da Nossa Senhora das Dores de Tatuibi. A escritura da doação foi passada em 26 de fevereiro de 1832, em nome da Sociedade do Bem Comum, na Fazenda Ibicaba.

De grande importância para o progresso da região foi o papel que desempenhou a família Vergueiro e a posição representada pela Fazenda Ibicaba.

Em 1826, o pequeno povoado já contava com um número relativo de casas.

Por influência de D. Maria Angélica Vasconcelos, esposa do Senador Vergueiro, este incansável batalhador pedia ao Conselho Geral da Província a criação de uma freguesia, em 1829.

Assim, em 9 de dezembro de 1830 foi criada a freguesia de Nossa Senhora das Dores de Tatuibi, pela Lei n.° 9.

Com o constante desenvolvimento da vila, a 22 de julho de 1844, foi criado o município (Livro Câm. Municipius, n.° 700, pág.150 – Arquivo) com as seguintes freguesias: Limeira, Rio Claro e Pirassununga. Foi elevada à categoria de cidade pela Lei n.° 13, de 18 de abril de 1863.

A Fazenda Ibiaca trouxe considerável progresso à região. O Senador Vergueiro, em 1840, iniciou o sistema de “parceria” na lavoura. Contrata grande número de colonos portugueses.

EM 1858 o Senador atraiu para Ibicaba, imigrantes alemães, suíços, portugueses e belga. A Fazenda passou a servir de modelo, pois, várias inovações foram introduzidas nos primitivos métodos agrícolas. Preciosa foi a colaboração dom elemento estrangeiro.

Assim, em 1865, Ibicaba possuía 1.250.000 mil pés de café em franca produção.

Os instrumentos agrícolas, quer de ferro, quer de madeira, eram produzidos, então, na própria fazenda.

Foi aqui, que pela primeira vez, empregou-se o arado da cultura do café.

Com a introdução da espécie de laranja denominada “Bahia”, cujas primeiras mudas destinadas à família Franco, o município passaria a conhecer nova fonte de riqueza.

Os primeiros plantadores foram: Neves, um português que obteve e plantou em sua chácara uma das mudas destinadas aos Franca. Mais tarde vendeu a chácara ao Major José Levy Sobrinho, da Fazenda, Itapema, que cultivou a fruta. Contudo, cabe a Mario de Souza Queiroz a grande expansão da cultura da laranja.

Na sua chácara “Bahia” era a fruta cultivada racionalmente e aqui foi o centro irradiador e expansionista daquilo que hoje constitui uma das principais riquezas do município.

Assim o primitivo pouso que serviu a tantos viandantes desenvolvia-se e progrediu, desempenhando relevante papel na vida econômica da província.

Em 20 de março de 1875, foi criada a Comarca de Limeira e em ano após a Cia. Paulista de Estradas de Ferro, faz chegar até este município os seus trilhos. Este fato acentuou e acelerou a marcha progressista do município. Após sucessivas incorporações e desmembramentos de distritos, Limeira, atualmente, consta de um único distrito de paz, o da sede.
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  • Origem do nome

A origem de seu nome deve-se a uma arvore cítrica (limeira), que crescera junto à sepultura de frei João das Mercês, falecido no local onde hoje se ergue a cidade.
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  • Personagens

Major José Levy Sobrinho

Um Limeirense dedicado à sua terra, comerciante, industrial, pioneiro da citricultura e sericultura, chefe político, homem público de destaque, de nobres atos e real participação na vida da cidade de Limeira.

José Levy Sobrinho nasceu em Limeira no dia 17 de dezembro de 1884, na residência dos Levy, no quarteirão em frente á atual Escola Estadual Brasil, filho mais velho de Simão e Ana Levy .

Fez seus estudos em Petrópolis e em Poços de Caldas, seguindo para a Alemanha onde completou curso de comércio. Regressando para Limeira, assumiu a gerência da Casa Bancária Levy & irmão.

Começou na política aos 21 anos como vereador. Foi presidente da Câmara, Vice-prefeito de 1910 e 1913.

Nessa gestão trouxe até Limeira a água do Cascalho, que abasteceu a cidade durante 40 anos.

Foi presidente do Diretório Municipal do partido Republicano Paulista, Juiz de Paz e suplente de Delegado.

Casou-se em 1912 com Ana Carolina de Barros (filha do Capitão Manoel de Toledo Barros e bisneta do Barão de Campinas) e tiveram os filhos Manoel Simão e Levy José de Barros Levy.

Durante 40 anos residiu e dirigiu a sua propriedade, a Fazenda Itapema. Pioneiro da citricultura paulista, em 1908 mandou vir de fora dois exemplares da laranja Bahia Cabula e foi com as borbulhas dessas plantas que ele constituiu um pomar 17.000 árvores na sua famosa chácara Bahiana. Foram desse pomar as primeiras laranjas exportadas para a Europa em 1926, por iniciativa de seu irmão João Carlos Baptista Levy associado a João Dierberger Júnior.

Contribuindo para o fomento da sericicultura, plantou campos de amoreira na Fazenda Itapema , onde teve uma grande criação de bicho-da-seda .

Foi sócio de uma das primeiras fábricas de enxadas, em Jundiaí; explorou uma jazida de mica, em Paraibuna; era sócio da fábrica de Fósforos Radiim, da fábrica e pregos e da serraria de J. Levy & Irmãos; montou em Limeira uma fiação de seda ; e teve a Fioseda, indústria de torção de fios, em Cordeirópolis.

Na revolução de 1932 foi chefe do M.M.D.C. e organizador do Batalhão Limeirense . A convite de Pedro de Toledo foi nomeado presidente da comissão de Produção Agrícola do Estado.

Novamente Prefeito Municipal, de maio de 1938 a abril de 1939, deixou o cargo para assumir como Secretário da Agricultura, indústria e Comércio no governo.

Interventor Adhemar de Barros até maio de 1941. Nessas funções, além de estabelecer bases mais seguras de proteção à laranja e de mandar equipar a Casa da Laranja de Limeira com uma instalação piloto para produção de suco concentrado, incentivou o plantio de milho híbrido e apoiou o programa de abertura de paços artesianos como meio de abastecimento público de água. Também forneceu meias para que o I.P.T montasse uma usina de chumbo em Apiaí.

Nas suas múltiplas atividades, o major Levy foi presidente do tiro de Guerra, Provedor da Santa Casa, Provedor da Confraria da Boa Morte, Governador Distrital do Rotary Club, vice-presidente do Partido Republicano Paulista, mentor e benemérito de várias entidades, entre elas o Aero Clube de Limeira, a A.A. Internacional e a Rádio Educadora.

Desde muito jovem líder indiscutível, desfrutando de um grande círculo de amigos e seguidores, era chamado de "Major", ficando assim conhecido como o Major Levy título que lhe foi dado por "sua gente".

Faleceu na Fazenda Itapema a 22 de janeiro de 1957.

Spencer Vampré

Nasceu em Limeira a 24 de abril de 1888. Foi eminente advogado, jornalista, conferencista, jurisconsulto.

Fez os seus primeiros estudos em Rio Claro, na escola dirigida pelas norte-americanas Irmãs Dagam. Freqüentou também as aulas do professor João Aranha. Mudando-se para São Paulo, estudou no Colégio Inglês e no Instituto de Ciências e Letras.

Em 1904, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, tendo recebido o grau de bacharel em 1909. Em outubro de 1917, foi escolhido professor substituto da primeira seção e, em novembro de 1925, professor catedrático de Direito Romano e Filosofia do Direito. Em 1938, foi nomeado diretor da Faculdade de Direito, aí permanecendo somente por este ano.

Na esfera política, foi eleito deputado estadual em 1923 e subprefeito da Lapa em 1930. Em 1931, com a renúncia de Plínio Barreto, chegou a ser cogitado para o cargo de interventor.

Um pouco antes, em 1924, demonstrando seu interesse e amor pela Faculdade de Direito de São Paulo, publicara as "Memórias para a história da Academia de São Paulo", que constituem um importante documento histórico sobre a Faculdade.

Foi membro da Academia Paulista de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Obteve, entre outros títulos, o de oficial da Ordem de Santiago de Portugal, o da Coroa da Itália e o de comendador pontifício romano.

Faleceu no dia 13 de julho de 1964.
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  • Locais históricos

Palacete Levy




Concebido em 1881 para servir de residência a Sebastião de Barros Silva. Em 1990 foi feita a desapropriação amigável pela Prefeitura de Limeira.


Após sofrer uma reforma, hoje é sede da Secretaria da Cultura, da Secretaria de Turismo e Eventos, além da Oficina Cultural Regional "Carlos Gomes".


Catedral de Nossa Senhora das Dores

Em 1826 foi fundada, juntamente com seu povoado, a Antiga Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, que na época teve o título de capela de Nossa Senhora das Dores de Tatuiby.

A primitiva Igreja tinha seu alinhamento quase na altura da atual Barão de Campinas.

Bento Manoel de Barros, "construtor" da igreja, um dos primeiros povoadores do sertão de Tatuiby, recebeu o título de 1º Barão de Campinas por sua contribuição para a construção de duas igrejas da cidade (Igreja Matriz e Igreja da Boa Morte e Assumpção). A nova Matriz foi inaugurada em 1876.

Demolida na década de 40, foi reconstruída e hoje é sede da diocese de Limeira. Por sua localização central, a paróquia abrange uma grande parcela da população limeirense.

Capela do Cubatão

Marco da presença italiana em Limeira, construída por esses cidadãos, a capela foi inaugurada em 1927 em homenagem a Nossa Senhora das Neves.

A Capela de Santa Cruz do Cubatão representa parte da história católica de Limeira, sendo, por volta de 1996, abandonada. Durante esse período foram furtados seus bancos e sino, sendo que sua estrutura quase ruiu devido á ação do tempo. Após várias tentativas, a prefeitura conseguiu fazer uma permuta da capela, por um terreno, a fim de construir uma nova igreja.Ampliada e recuperada, foi reaberta ao público em 1994.

Estação de ferro de Limeira

A estação de Limeira foi inaugurada em 1876, no início do século XX passou por uma reforma que a ampliou bastante, mantendo-se, ao que parece, a estrutura do prédio original. Foi uma das últimas estações a permanecer ativa como estação de passageiros, tendo fechado apenas próxima do fim desses trens, na época em que a Ferroban passou a operá-los. No dia 16/4/2001, passou por ali o último trem de passageiros, no sentido de Campinas. Atualmente (fev/2004) existe um projeto de restauração do prédio da estação pela Prefeitura, mas as obras ainda não se iniciaram.




Histórico da Linha: A linha-tronco da Cia. Paulista foi aberta com seu primeiro trecho, Jundiaí-Campinas, em 1872. A partir daí, foi prolongada até Rio Claro, em 1876, e depois continuou com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892. Prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz (1927), expandiu a bitola larga por suas linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou. Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros trafegaram pela linha até março de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara.
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  • Curiosidades

Fazenda Ibicaba



Em 1846, chegam os alemães no Ibicaba (Limeira), onde Vergueiro dera início ao magnífico empreendimento, no qual encerrava os destinos do Brasil. Reproduzindo o seu tipo, foram num decênio, criadas mais de 60 colônias, totalizando aproximadamente 60.000 imigrantes. Este fato aparelhou a Província de São Paulo, para resistir diferentemente de outras, à grande transformação social,que então se operou com a Abolição.

Figuras importantes, de todo o mundo, corvo sábios, políticos, diplomatas, cientistas, visitaram-na, por considerá-la fazenda modelo. Dentre outros nomes importantes, podemos citar: D. Pedro II, Dona Thereza Christina, Princesa Isabel, Conde D"Eu, o naturalista Prussiano, Sellow, Kidder, Fletcher, Hércules Florence, que fez o primeiro retrato à lápis do povoado, o Príncipe da Prússia, Iongkingsing, embaixador da China, Antonio Prado, etc.

Historiadores ainda afirmam que foi na Fazenda Ibicaba, empregado o arado pela primeira vez, no plantio do café, em todo o Brasil.

Uma visita ao Ibicaba proporciona uma autêntica viagem no tempo, onde você encontrará um importante conjunto histórico-arquitetônico, formado pela sede centenária (construída por membros da família Levy, que ali chegaram como colonos em 1857 e tornaram-se proprietários arrematando-a em hasta pública em 1889). O turista fica deslumbrado com a capela dotada de altar em madeira, senzala, torre do relógio, terreiros, tulhas e aquedutos construídos por escravos e imigrantes.

Fundada em 1817, pelo Senador Vergueiro, a fazenda foi durante um período, a maior produtora de café do Brasil.

Além de todos estes atrativos, o turista pode passar um dia em contato com a natureza, fazer um passeio ecológico pela mata preservada, pescar, jogar futebol, vôlei ou basquete, usar a piscina e desfrutar de muito verde, num ambiente de calma e tranqüilidade.


Fazenda Morro Azul

A fazenda Morro Azul tem sua origem na Sesmaria do Morro Azul, situada nas cabeceiras do Ribeirão do Pinhal, que em 13/1/1817, foi concedida ao Tenente Joaquim Galvão de França e Manoel de Barros Ferraz. Sua formação ocorreu por volta de 1820.


Seu primeiro proprietário foi o Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão, um dos mais importantes defensores da Independência do Brasil. Este nobre cidadão, participou com outros poucos patriotas, oferecendo seu capital, para reposição do dinheiro do Banco do Brasil, cujos cofres, haviam sido esvaziados pela família real, por ocasião de seu retorno à Portugal. Não é mera coincidência, o nome dado à cidade de Campos do Jordão, e vale a pena observar que o terreno, no qual foi construído o Museu do Ipiranga, pertencia ao influente Brigadeiro.

A sede da Fazenda foi construída entre 1868 e 1877, pelo seu filho, Silvério Rodrigues Jordão. Todo o material de construção, canos, blocos, vidros, móveis, portas e janelas, veio da Europa, e a partir de Campinas, em carros de bois, por 120 Km de lamaçais.

Enquanto a maioria das fazendas de café têm estilo colonial, são belas e amplas, porém, sem maior criatividade, o Solar da Morro Azul, se destaca pela excelência de seu projeto arquitetônico e sua forma apalacetada, sendo a única sede rural brasileira com azulejos, portugueses e ingleses, utilizados na decoração de sua fachada. No processo de tombamento, ocorrido em 1973, comandado pelo pesquisador, Arlindo de Salvo, foi considerada como, "Talvez o mais requintado exemplar de fazenda do Século XIX".

Por ter hospedado, duas vezes o Imperador Pedro II, é conhecida na região, como a Fazenda do Imperador, mais precisamente, como Casa de D. Pedro.

Centro Cultural


Entronizado numa bela praça, formada no quadrante de interseção das ruas, Boa Morte, Tiradentes, Treze de Maio e Senador Vergueiro. Nela se encontra um dos locomóveis, máquina a vapor trazida pelo Senador Vergueiro, para movimentar o Engenho do Ibicaba, fazenda modelo para o mundo, em meados do século XIX. Prédio de autoria do arquiteto José Van Humbeeck (1906), onde funcionou o Grupo Escolar Coronel Flamínio Ferreira, primeiro Grupo Escolar de Limeira.







Hino


Chão bendito de berços gloriosos
Tua origem uma linda limeira,

Fundada por labores ditosos

És cidade tão bela e faceira

Frutas doces, colhemos aos montes

Pomares verdejantes com flores

Laranjais circundam as fontes

Acariciando a vida de amores.

Tuas indústrias crescem e agigantam

As grandezas de nosso porvir

Jardins - Praças todos se encantam

Com músicas sonoras a ouvir.

Frutas doces, colhemos aos montes

Pomares verdejantes com flores

Laranjais circundam as fontes

Acariciando a vida de amores.

Povo amigo de ação relevante

Nossas escolas padrões elevados

Nossa fé seguirá triunfante

Sendo os mestres heróis abençoados.

Frutas doces, colhemos aos montes

Pomares verdejantes com flores

Laranjais circundam as fontes

Acariciando a vida de amores.

Limeira! Limeira!


Música - Profª. Dyrcéia Ricci Ciarrochi

Letra - Dr. Guilherme Mallet Guimarães

Harmonização - Mário Tintori Chão

Agricultura

Prop. agríc. existentes - 1.335

Variedade de culturas praticadas: Cana de açúcar, arroz, algodão, feijão, mandioca, milho, café e laranja.

Comércio

Número de firmas taxadas no Imposto de industrias e Profissões: 1.972.

Relação das consideradas grandes firmas:

Automóveis e peças: Agência Ford Gerolame Omette, Agência Chevrolet, Agência Lucate.

Autos e acessórios: Casa Philips. Eletricidade: Casa dos Motores, Gulle & Lencioni, Moreira & Cia., Casa Edison.

Relojoarias e Ourivesaria: Relojoaria Cardoso.

Adubos: Machado & Piccini, Fernando Hackradt, Gumercindo Barbosa.

Calçados: Albino Buzelin, João Cheque Pompeu, José Giambroni, Samuel Chequi. Tecidos: Casas Pernambucanas.

Frutas: Distribuidora de frutas Limeirense Ltda., Edmundo Van Paris.

Indústria

Número de indústrias taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 451.

Número de operários trabalhando nas indústrias: 10.600.

Valor da produção Industrial, em 1948: Cr$ 497.500.000,00.

Relação das consideradas grandes indústrias:

Usinas de açúcar e álcool: Usina Iracema, Usina Boa Vista, Usina Tabajara, Usina Campo Alegre.

Usinas de Aguardente: Fazenda Paraíso, Fazenda Santa Adélia, Fazenda Ribeirão, Fazenda Belo Horizonte, Fazenda Palmeiras, Fazenda Santo Antônio, Fazenda Quilombinho, Irmãos Kemper, Irmõas Castelucci, José Ciusti & Irmão, José Alves Rodrigues, Levy & Levy, Victório Della Colleta.

Máquinas agrícolas de beneficiamento: Indústrias Reunidas Lucate, Industrias “Maquina Zaccaria S. A.”, Indústrias “Máquina D’Andréa S. A.”.

Álcool: Usina Açucareira Tabajara S. A. Antônio C. Parronchi Indústria Comércio. Açúcar: Usina Açucareira Tabajara S. A., Refinadora de Açúcar Limeirense. Beneficiamento de Cereais: Máquinas “Fabri”, Cia. Industrial “Maquinas S Paulo”. Chapéus: Cia. Praia indústria e Comércio.

Cerâmica: Antônio C. Parronchi Indústria Comércio.

Serraria: Antônio C. Parronchi Indústria Comércio.

Sandálias: Sandálias Buzolin S. A. Indústria e Comércio.

Calçados: A. Levy Pereira, Calçados Somel, Camile Ferrari & Cia.

Indústria de Papel e Papelão: Ribeiro Parada S. A.

Couros: Costume São João. Fósforos: Cia. Brasileira de Fósforos.

Máquinas para Madeira: Antônio Gruañes Filho.

Conservas Alimentícias: Cia. Industrial de Conservas Alimentícias “Delrio”.

Tipografia-Editora: Empresa Gazeta de Limeira S. A.

Adubos: Fábrica de Adubos Limeirense Ltda.

Máquinas para Pregos: Flamínio de Lima Jr.

Benefícios de Fios Têxteis: Francisco Orlando.

Pastifício: Irmão da Roz. Fundição: Nelson Penedo, Rui Barbosa de Oliveira.

Apícolas: Rui Barbosa de Oliveira.

Vinhos de Laranja: S. A. Vinhos e Bebidas Caldas.

Bebidas: Zucardi & Cia.

Torção de Seda Ravon: Sociedade Indústria e Comércio Sirla Ltda., Tecelagem Marilene Ltda.

Essências Cítricas: Sociedade Produtos Cítricos do Brasil Ltda.

Bancos

Agências ou filiais de Bancos no município: Comercial do Estado de S. Paulo S. A., Banco do Estado de S. Paulo S. A., Banco do Brasil S. A., Mercantil.

Caixa Econômica Estadual

Número de depositantes: 12 000.
Montante dos depósitos: Cr$ 52.784.113,20.

Coletoria Estadual

Arrecadação em 1948: Cr$ 11.483.151,20.

Coletoria Federal

Arrecadação em 1948: Cr$ 24.035.481,50.

Correios e Telegrafos

Classe de Agência: 1.ª
Montante da ultima arrecadação: Cr$ 347.216,40.
Serviço de Reembolso Postal: Tem.
Outras agências postais existentes no município: Agência de Iracemópolis e de Tatu (distritais).

Estradas de Ferro

Estradas de ferro que servem o município: Cia. Paulista de Estradas de Ferro (eletrificada).
Distância entre o município e a capital: 162 quilômetros.
Tempo médio de viagem: 3 horas.
Custo de passagem entre a capital e o município: 1.ª classe: Cr$ 58,70; 2.ª classe: Cr$ 32,20.
Número de trens diários entre o município e a capital: 25.

Estradas de Rodagem

Estradas estaduais que cortam o município: 8 estradas, com 224 quilômetros.

Distância entre o município e a capital: 160 quilômetros, aproximadamente.

Tempo médio de viagem: 3 horas.

Estradas municipais que cortam o município: 35 estradas, com 267 quilômetros.

Transportes rodoviários: Empresa de Auto Ônibus Lucato, servindo: Araras, Mogi-Mirim, Cosmópolis, Piracicaba, Santa Bárbara do Oeste, Capivari e Itapira.

Aviação

Localização do campo de pouso: A 2 quilômetros da cidade.
Número de pistas: 1.
Capacidade das pistas e tipo: Grama.
Aero Clube: Aero Clube de Limeira, fundado em 1937.
Número de aviões de treinamento: 2.
Alunos inscritos: 11.
Pilotos já brevetados: 177.

Orçamento Municipal

Orçamento municipal para 1949: Cr$ 5.000.000,00.
Arrecadação em 1948: Cr$ 3.809.049,60.
Despesas em 1948: Cr$ 4.470.481,40.

Informações Político - Administrativas

Atual prefeito municipal: José Marciliano da Costa Jr.

Vereadores municipais: Antônio Mesquita Jr., Antônio Tenório da Rocha Brito, Bento Avelino Lordello, Brenno Machado Gomes, Cândido José Soares, Flávio de Barros Camargo, Guido Tetzner, José Fabri, José Rodrigues Jr., Olindo de Luca, Sérgio Leopoldino Alves, Vitório Luccato, Virginio Ometto, Adão José Duarte do Pateo, Irmão Grael, Jamil Abraão Saad, José Carvalho Ferreira, Antenor Bueno da Silveira Lázaro, Durval Alves, Veriano Marques Pereira.

Realizações da atual administração: Reconstrução de 44 pontes. Construções: 6 pontes, coreto e mictório, Centro de Puericultura de Cordeirópolis, galpão G. E., calçamento da ponte Cordeirópolis e outros, 2 cômodos no Posto de Puericultura, 1 residência no Parque, estufa no mercado, Posto Municipal de Monta, 3 poços artesianos, 4 escolas, 26 bancos de jardim, etc., reforma em 4 escolas, calçamento de 20.016 mts. 2 com paralelepípedos, 3.671 mts. de guias e 3.351 mts. 2 de mosaicos, 159 novas ligações de água, construção de 765 mts. de esgoto com manilhas de 6”, instalação no Curso Municipal para Adultos, instalação de 229 novos postes e lâmpadas para iluminação, nos bairros, etc.

Número de eleitores qualificados: 9.000.

Zona eleitoral: 66ª.

Sessões eleitorais: 33.

Número de eleitores que compareceram ao último pleito: 8.791.

Educação

Escolas secundárias: Escola Normal Livre, Colégio Estadual, Colégio São José (com Escola Normal em anexo), 3 Escolas de Comércio, Escola Profissional e 1 Curso de Madureza.

Escolas primárias: grupos escolares: 5; particulares: 4; número de alunos matriculados: 4.240.

Escolas urbanas: Municipais: 21.

Escolas isoladas: Estaduais: 31.

Alfabetização de adultos: número de cursos: 4; matriculados: 220.

Associações culturais: Casa de Cultura, Clube Pan Americano, Rotary Clube, de Limeira.

Associações esportivas: A. A., Internacional e Comercial F. C., A. Usina Iracema, C. A. Máquina S. Paulo.

Associações recreativas: Limeira Club, Nosso Clube, Clube de Campo, Grêmio Recreativo Limeirense, Filarmônica.

Associação profissionais: sindicato dos Trabalhadores nas Oficinas Mecânicas de Limeira, dos Trabalhadores nas Indústrias de Chapéus e do Comércio Varejista de Limeira.

Saúde

Hospitais existentes no município: Santa Casa de Misericórdia e Casa de Saúde Dr. Godói.

Creches: Ninho Maternal da Ass. Feminina de Assistência à Infância e Casa da Criança Santa Teresinha.

Serviços de saúde: Centro de Saúde e Posto de Puericultura.
Verbas federais aplicadas nesse setor no último exercício: Cr$ 43.280,00.

Informações Urbanas

Número de prédios existentes: 7.415.

Edifícios públicos: Prédio Busch, Banco do Brasil, Igreja Matriz, Cine Vitória, Santa Casa, Casa de Saúde Dr. Godoi, Grupos Escolares.

Número de ruas: 119.

Número de praças: 14.

Número de jardins: 3.

Atrações turísticas: Parque Municipal, no bairro de Vila Santa Cruz. Ponto de reunião domingueira, situado em local agradável, com o aproveitamento das águas do ribeirão Tatu, onde navegam botes e barcos. Realizam-se ali pitorescos piqueniques.

Hotéis: Dos Viajantes, S. Paulo, Mora, Felizi, Brasil, Brasil, Pensão Limeirense, S. Marcos, Eugênio.

Imprensa: “A Gazeta de Limeira” diária, fundada em 17/5/1931. Diretor: João de Sousa Ferraz. “O Limeirense”.Diretor: José Mendes.

Rádio: Radio emissora de Limeira. Prefixo: PRJ-5. Diretor: Ernesto Lencione.

Veículos licenciados: a motor: 827; tração animal: 1.844.

Monumento: Obelisco comemorativo do Centenário da Independência, busto do Dr. Luciano Esteves dos Santos Jr., marco zero dia da Comissão Geográfico e Geológica.

Serviços Públicos

Abastecimento de água: Possui 2 mananciais com capacidade de 4.000 mts. 3 em 24 horas.

Rede de esgoto: Possui rede de esgoto ligando quase todos os prédios da cidade.

Iluminação: Explorada pela Central Elétrica do Rio Claro, que cobra Cr$ 0,60 o quilowatt-hora.

Energia elétrica: Kwh 482.352.

Telefones: Serviços telefônico de Ass, Telefônica de Limeira, com 543 aparelhos.

Calçamento: 239.656 mts. de pavimentação a paralelepípedos.

Matadouro municipal: Reses abatidas em 1948: bovinos: 5.316; vitelos: 62.

Cemitérios: Municipal de Limeira, de Iracemópolis e dos Pires.

Bibliotecas: Pública Municipal, Escola de Teinica Comércio, Limeira Clube.

Guarda noturna: Mantida pela Prefeitura Municipal.

Informações Religiosas

Organização da Igreja Católica: Paróquia de N. S. das Dores, Paróquia de S. Sebastião, Paróquia de Jesus Crucificado (Iracemópolis). Número de Igrejas: 8. Número de Capelas: 11.

Obras assistenciais mantidas pela Igreja Católica: Conferência S. Vicente de Paula.

Organização da Igreja Protestante: Igreja Metodista do Brasil, Associação Evangélica, Igreja Cristã Presbiteriana, Congregação evangélica Luterana de Cristo.

Organização dos Centros Espíritas: Grupo Espírita “Luz e Caridade”.

Informações Diversas

Médicos: Drs. Ernani dos Santos Mercadante, Waldemar Mercadante, José Vaz Montezuma, Orlando Ometto, Lauro Correia da Silva, Olindo de Luca, Antônio de Luna, José Carvalho Ferreira, Waldomiro Francisco, Gumercindo de Godói, Oscar Teixeira da Matta, Algemiro Albers, Wladimir do Amaral, Messias Teixeira de Carvalho Filho, Joaquim de Souza Câmara, Arlindo Batistela, Moacir Alves de Azevedo, Antônio Diniz Filho, José Puzzi.

Engenheiros: Drs. Nelson de Barros Camargo, Flávio de Barros Camargo, Paulo Blandy, Manuel Carlos Gomes de Soutelo, Milton de Oliveira.

Dentistas: Drs. Alfredo Rodrigues da Silva, Antônio De Felice, Augusto Franco Guimarães, Belmiro Faneli, Hernani Oliveira Penteado, Geraldo Toledo do Martins, Humberto Del Bem, Ítalo Rinaldo Dotto, João de Oliveira Silveira, Moacir Pinto, Rubem de Sampaio Ferraz, Paschoal Batistela, Fausto Paganini, Flamínio Barbosa Neto (Iracemópolis).

Farmácias: Central, Dória, Fanelli, Kehi, Popular, Sta. Teresinha, St°. Antônio, Silveira, Sta. Maria, Santana, Santa Maria, Santa Rita, Limeirense, Boa Vsita, do Veado e Iracema (as 2 últimas no distrito de Iracemópolis).

Drogarias: Flora Brasileira.

Laboratórios de análise: Laboratório de Microbiologia e de Pesquisas Clínicas, do Dr. Waldemar Mercadante. Laboratório da Casa da Saúde Dr. Godói.

Instalação de Raios X: Gabinete Dentário e Raio X, do Dr. Ítalo Rinaldo Dotto.

Cinemas: Cine Vitória com capacidade para 1.000 pessoas. Cines Central e S. José (este no distrito de Iracemópolis).

Corporações musicais: Henrique Marques e Frente Única.

Conjuntos orquestrais: Jazz Toni.

Grupos de amadores teatrais: Grupo de Amadores do Nosso Clube.