Quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

ISSN 1983-392X

Confusão em voo - Lewandowski x advogado

de 2/12/2018 a 8/12/2018

"E o ministro Lewandowski (aquele que ostensivamente tentou privilegiar a campanha eleitoral do PT, desequilibrando as eleições de 2018 por meio de uma teratológica entrevista do condenado Lula a uma jornalista), sem noção de limites, mais uma vez se excede em evidente abuso de poder, valendo-se de sua condição, ao solicitar a prisão de um passageiro que teria criticado o STF (com muita razão, registre-se) (Migalhas quentes – 4/12/18 – clique aqui). Registre-se que a teor do art. 301, do Código Penal, o próprio Lewandowski poderia receber 'voz de prisão' por qualquer pessoa, face o evidente abuso de poder. É chegada a hora do Senado Federal - com a palavra o novo Senado que toma posse em 1/2/2019 - fazer valer suas prerrogativas e não mais se apequenar, processando ministros do STF por crimes de responsabilidade, nos termos da Constituição e da lei 1079/50."

Milton Córdova Júnior - 4/12/2018

"Gosta de vir toda segunda para dar aulas (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui)? É ele quem paga as passagens? Evidentemente não é!"

Jorge Roberto Aun - 5/12/2018

"Lamento que a especial estima que Migalhas e seu amantíssimo Diretor têm pelo ministro Lewandowski e por seu trabalho tenha provocado a deturpação dos fatos ocorridos dia 4/12, com a (vã) tentativa de transformar o algoz das liberdades de expressão e de ir e vir (abuso de autoridade?) em vítima (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). As próprias imagens divulgadas por Migalhas atestam que a manifestação do 'jovem' (evidentemente pretendeu-se utilizar a idade do advogado envolvido como fator de sua desqualificação) deu-se efetivamente em local impróprio (há que considerar-se a atenuante de que o avião estava em solo), entretanto, passou muito longe de ser uma 'provocação' 'bradada' ou uma 'afronta' à Sua Excelência. As imagens também mostram que a reação do ministro não condiz com a afirmação migalheira de ele 'está acostumado às críticas' por ser professor das Arcadas. O ministro Gilmar Mendes (e muitas outras autoridades) já enfrentaram confrontações muito mais pesadas (e verdadeiramente agressivas) e tiveram reações mais equilibradas e respeitadoras da liberdade de expressão. Foi muito grave o que fez o ministro Lewandowski. Ademais, o ocorrido com ele, assim como com o ministro Mendes, é consequência direta da atuação excessivamente política de S. Exas. Como diz o ditado de origem bíblica: quem planta vento colhe tempestade."

Samuel Cremasco Pavan de Oliveira - 5/12/2018

"A verdade dói (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui)."

José Augusto Gonçalves Teixeira - 5/12/2018

"Pacificamente todos têm direito da livre expressão (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Embora sendo pessoal, quando referir se ao STF, tem que abranger um todo."

Carlos A. S. Mendes - 5/12/2018

"Ridículo querer defender o excelentíssimo ministro (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). O nobre colega apenas externou a opinião de 90% dos brasileiros, com decisões esdrúxulas proferidas pelo Lewandowski, na qual rasga a Constituição, faz ativismo político e tende a jogar para um certo grupo político."

Bruno Scarabel - 5/12/2018

"Um comentário traz perigo ao voo (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui)? Migalhas fez da boa razão migalhas, agora."

kleber de Souza Silva - 5/12/2018

"No que pese a celeridade e qualidade de votos do ministro, foi abuso de autoridade (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Infelizmente o advogado coagido só pode apelar ao Papa Chico."

Alexandre Hermes Dias de Andrade Santos - 5/12/2018

"Com todo o respeito para com uma 'autoridade', um ministro do STF é uma pessoa pública, portanto como a própria expressão pública quer dizer sujeita a interpelações, críticas, elogios ou qualquer outra manifestação pública (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui)."

Sérgio Wady Haddad - 5/12/2018

"Parece mais um exemplo das razões pelas quais tenho dúvidas se posso me ufanar, ou não, do meu país (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Outras autoridades, inclusive colegas de s.exa., chegaram a ser agredidas em aviões e suportaram resignados o ônus do poder, quem não tem o dever de suportar os humores das autoridades é o cidadão. Nota zero para o ministro, com a agravante de que s.exa., com tanto trabalho no STF, deveria estar licenciado do magistério e explicando quem pagou as suas passagens para ir dar as suas aulas. A Polícia Federal fez o papel de sempre, agiu como leão de chácara, detendo o cidadão para 'esclarecimentos' ou seja, a polícia quer saber porque o cidadão acha que o STF de hoje envergonha o cidadão, o qual, certamente, vai desenhar para as autoridades as razões pelas quais sente vergonha do STF as quais, certamente, serão examinadas pela autoridade policial para quê? para dizer se a autoridade concorda em que o STF envergonha a cidadania, ou não? O delegado vai examinar se o sentimento do cidadão procede ou não, para, certamente, prendê-lo pela manifestação da opinião ou, caso reconheça que o cidadão tem razão vai prender o ministro ou fechar o STF, é isto? Convenhamos é ridículo, para dizer o mínimo, espero que o MPF assuma a defesa da cidadania e do Estado Democrático de Direito e da liberdade de expressão, garantias que só fazem sentido em uma situação como esta etc. E quanto a Migalhas? O que dizer: primeiro que Migalhas deve esclarecer se suas notas são fruto do trabalho de seus redatores ou se incluem notas escritas na defesa de interesses de seus amigos e, até que ponto essas migalhas interferem no conteúdo do jornal."

Eduardo W. de V. Barros - 5/12/2018

"Não entendo ter sido uma provocação (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui)!"

Peter Reck - 5/12/2018

"Direito a liberdade de expressão não pode ser confundido com oportunismo ou baderna (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Nos últimos tempos a arrogância e oportunismo tem servido não para descarregar frustrações, é incentivar a baderna. Os baderneiros de plantão não conseguem distinguir a retórica de palanque e passam a ofender todos os que tenham pontos de vista diferente. O que assusta é um causídico se portar de forma contrária aos princípios da civilidade."

Jeová Aparecido Nascimento Nunes - 5/12/2018

"Escorreita a atitude do ministro; perdemos o respeito pela instituição, o colega, sendo advogado, conhecedor da lei, deveria saber que o STF é uma instituição de grau máximo do Poder Judiciário e, como instituição que é, deve ser respeitada (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). O direto de expressão não dá ao cidadão o direito de constranger (peitar) uma autoridade. As coisas estão muito confusas, mas o princípio da autoridade e da liberdade de pensamento dessa autoridade tem que ser respeitado."

Ernesto Buosi Neto - 5/12/2018

"Não concordo (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui)! Desrespeito é o que o STF tem feito com o povo que nababescamente o sustenta nos últimos 30 anos."

Valter Lopes - 5/12/2018

"Alô polícia!
Venham ver o sucedido
Aqui dentro do avião,
Vejam só que papelão,
Prendam logo esse bandido
Para que seja punido,
Trancafiado na prisão."

Mano Meira - 5/12/2018

"Com o devido respeito, entendo que fazer criticas é do regime democrático (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). A impressão que ficou é que o ministro do Supremo não pode ser criticado. Eles são nossos funcionários, cheios de privilégios. É só comparar com o salário e as regalias recebidas por nossos ministros como salário dos ministros da Suprema Corte da Suêcia. 'Não almoça à custa do dinheiro do contribuinte', me disse certa vez o juiz sueco Göran Lambertz, em tom quase indignado, na Suprema Corte da Suécia. A pergunta que inflamou a reação do magistrado era se, assim como ocorre no Brasil, os juízes da instância máxima do Poder Judiciário sueco têm direito a carro oficial com motorista e benefícios extra-salariais como auxílio-saúde, auxílio-moradia, gratificação natalina, verbas de representação, auxílio-funeral, auxílio-pré-escolar para cada filho, abonos de permanência e auxílio-alimentação. 'Não consigo entender por que um ser humano gostaria de ter tais privilégios. Só vivemos uma vez e, portanto, penso que a vida deve ser vivida com bons padrões éticos. Não posso compreender um ser humano que tenta obter privilégios com o dinheiro público', acrescentou Lambertz. 'Luxo pago com o dinheiro do contribuinte é imoral e antiético', completou o juiz sueco."

Raimundo Nonato Lopes Souza - 5/12/2018

"Bons tempos em que o bom exemplo para o exercício da advocacia era a erudição e conduta de pessoas do gabarito do ilustre Sobral Pinto, e não baderneiros e batedores de panela sem conteúdo (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui)."

Jefferson de Oliveira Junior - 5/12/2018

"O 'Zé ruela' conseguiu o que queria, ou seja, ganhou notoriedade nacional e imediata em cima de uma autoridade (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). E dizem que ele ganhou inúmeras manifestações de apoio. Bem, Hitler também era ovacionado por milhões."

José Fernando Azevedo Minhoto - 5/12/2018

"Lamentável a postura do Migalhas com relação ao caso envolvendo o ministro Lewandowski ao dizer: 'Mas o que se deu ontem foi além da crítica, para não falar no inapropriado local, colocando em risco a vida de dezenas de pessoas, porque um tumulto a bordo pode ser fatal' e 'Inúmeras vezes este informativo já disse, e agora reafirma, que não se pode afrontar autoridades dessa forma. Além de ser contraproducente para o ambiente democrático (que é a convivência harmônica entre os que pensam diferentemente), é um desrespeito' (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). As reiteradas discussões entre os membros do STF são mais depreciativas para a instituição e o país do que o exercício de crítica feito por um cidadão, não importando sua profissão e não levaram os srs. ministros a serem questionados por seus tons e comportamentos. O que ocorreu é, de fato, uma comprovação da perda de autoridade moral por parte daquele órgão pela própria falta de compostura de seus integrantes, instituição esta que teve, dentre outros: Carlos Maximiliano, Cordeiro Guerra, Aliomar Baleeiro, Moreira Alves, Nelson Hungria, Themístocles Cavalcanti, Victor Nunes Leal, Moacyr Amaral Santos."

José André Beretta Filho - 5/12/2018

"Solidário ao ministro, pessoa de uma reputação invejável e muito zeloso com os direitos assegurados na Constituição e leis esparsas (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui)."

Edvar Elias Ferreira - 5/12/2018

"Cargo por indicação dá é nisso mesmo, ou melhor, 'não dá em nada', assim, nada é igual a nada (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui). Enquanto isso, muitos sofrem aguardando decisões da 'nossa' suprema corte. Que vergonha!"

Washington Luiz de Miranda - 5/12/2018

"'Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris' (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui)."

João Alfredo Byrne Grassi - 5/12/2018

"A meu ver, tipifica-se exercício arbitrário (art. 350, do Código Penal) e abuso de autoridade (art. 3º, letra 'a', lei 4.4898/1965), determinar a prisão de um cidadão/advogado, por ele ter manifestado sua indignação contra reincidentes atitudes de certos juízes em beneficiar corruptos notórios (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). A suposta injúria contra o STF não se configura porque mero exercício da liberdade de expressão (inciso IV, art. 5º da CF). Aliás, uma das mais graves injúrias perpetradas contra o Supremo Tribunal Federal, ocorreu quando seu então presidente, presidindo sessão do Senado Federal, no julgamento de processo de impeachment de famigerada infratora da lei, estuprou a Constituição da República para favorecer a ré, provavelmente por afinidade partidária."

Luiz Baptista Pereira de Almeida Filho - 5/12/2018

"O que Migalhas se limitou a denominar como 'agastamento', na verdade foi um abuso cometido por S. Exª. Ora, ameaçar com prisão alguém que manifesta sua opinião, exercendo direito assegurado constitucionalmente, é coisa grave, ainda mais considerando quem emite a ameaça (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Se a moda pega, estaremos em maus lençóis. Em verdade, já estamos; com uma Suprema Corte heterogênea e forrada de benefícios, que posso esperar de bom no que respeita ao Judiciário? Vocês sempre dizem que é de cima que vem o exemplo, afinal. Certo é que o informativo Migalhas tratou o episódio com muita naturalidade, o que é de todo lamentável. E, curiosamente, a OAB não se manifestou sobre o fato. Muito interessante. Registro meu repúdio à postura do ministro, que deveria ser um defensor da Constituição (se bem que é o que os 'deuses do Supremo' menos defendem; a prioridade costumam ser os próprios interesses, como recentemente se viu com o aumento dos salários). Deixo também minha crítica a este portal, que pega leve demais com certas figuras."

Brayan Chaves Muhlen - 5/12/2018

"Sou advogado formado há 46 anos e em plena atuação nas lides forenses (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Assinante antigo (podem verificar) desse site, principalmente para me manter atualizado nos assuntos jurídicos. Contudo, tem me causado espécie, o posicionamento político do site, sempre contrário a Lava Jato, por exemplo. E hoje mais uma vez, partem para defender um ministro do STF que, a meu ver, agiu extrapolando as regras básicas do bom direito e do direito de livre manifestação. Quem é pessoa pública está sujeito a esse tipo de crítica. Não quero deixar de segui-los, mas penso que as opiniões políticas devem ser emitidas com mais bom senso."

Artur Lemos - 5/12/2018

"Ministros daquele tribunal (com 't' minúsculo) que envergonha o Brasil podem sofrer impeachment (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui). Qualquer cidadão pode propor a ação, nos termos do art. 52 da Constituição e da lei 1079/50. Algumas hipóteses: a) proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa (insistência de Lewandowski, na insistente entrevista com Lula em pleno período eleitoral e Toffoli, no teratológico HC 'de ofício' de José Dirceu são exemplos notórios e b) proceder de modo incompatível com a honra dignidade e decoro de suas funções (dispensa maiores comentários). O problema é a conivência e complacência do Senado. Vejamos como o 'novo' Senado irá proceder."

Milton Córdova Junior - 6/12/2018

"Os 'reizinhos' não podem ser contrariados nem criticados (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui)."

Sandro Dias - 6/12/2018

"Mimimi dos puxa-sacos do STF (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui)."

Sandro Dias - 6/12/2018

"Lamentável esta atitude do ministro, e dos que se insurgiram contra (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui). Não é desta forma que o STF vai obter respeito da população brasileira, mas sim com julgamentos sem viés político, e respeitando as decisões colegiadas."

Lúcio Crestana - 6/12/2018

"Acho abuso de poder do ministro, a Constituição garante a livre expressão(Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui)."

Guilherme da Luz Joaquim - 6/12/2018

"É intolerável a ofensa presencial a esse ministro (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui). Ele não merecia ser escolhido como o 'Cristo' dessa 'Coréia-Brasil'. Mas isso só ocorre porque nessa subnação se tem instituições, poderes, órgãos, todos desmoralizados, aviltados, escroques, capadócios, despudorados."

Cláudio Pio de Sales Chaves - 6/12/2018

"O colega disse ter vergonha do STF (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui). Expor sua opinião não foi crime. Não acusou este Supremo de falcatruas ou coisa que o valha. Não podemos mais nos expressar? E sobre o abuso de autoridade? Mandar prender um colega por sua opinião pode, mas soltar presos corruptos já condenados, que roubaram nosso povo, que deixaram a população morrendo a míngua, isso pode!"

Vera Paes - 6/12/2018

"Sou um leitor assíduo do portal Migalhas e sou um amante do Direito, porém nunca nesse ínterim tive a oportunidade de me expressar nos comentários por motivos diversos (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui). Acontece que eu queria deixar registrado o meu mais profundo descontentamento, repúdio e lamento ao portal Migalhas, que se deixou levar pela aparência e ficou na defesa do ministro. Isso mostra a verdadeira realidade da mídia brasileira, lamentável, onde como sempre só defendem e só falam o que lhes acharem melhor. Eu amo o portal Migalhas, leio sempre que posso, mas ver o portal que se diz na defesa da democracia, ou melhor, todos dizem isso e usam esse bordão, é inevitável isso e triste ver isso tudo. Bem, não estou mais surpreso, pois é assim que acontece no Brasil onde ninguém mais pode se expressar, pode valer seus direitos de liberdade de expressão que é censurado ou processado, lamentável esse seu papel Migalhas."

Izaias Tavares Silvi - 6/12/2018

"O mesmo ministro que se irrita com um protesto num voo é o mesmo que, ao arrepio da letra da Constituição, releva a pena de inabilitação para o exercício de cargos públicos por oito anos claramente prevista na hipótese de impeachment (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Sem mais, excelência."

Luiz Augusto Módolo de Paula - 6/12/2018

"O excesso do ministro lembra os idos de 1970, a liberdade de expressão não pode ferir a personalidade da pessoa, no entanto, não se atacou o ministro, mas a instituição, o que não justifica uma ameaça de prisão, já que estamos no país democrático e dizer que o Supremo é uma vergonha não constitui crime (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui). Sair em defesa do ministro que age assim é totalmente vergonhoso. Ouvimos nosso ex-presidente dizer coisas piores sobre o Supremo, o PT vive achincalhando a vida de juízes e do próprio Supremo, e não vemos uma reação de processo ou de prisão contra eles, o que é uma vergonha para uma instituição como o Supremo omitir-se como vem fazendo durante todo esse tempo. Não acho que o cidadão (não o advogado) estava simplesmente relatando o que todo povo acha. Sair em defesa do ministro ou da Instituição agora, diante de uma quadro desse, depois de nada fazer com as ofensas anteriores, é um pouco tarde, a instituição a meu ver e de muitos que conheço deixou muito a desejar para o povo brasileiro, criando na verdade uma instabilidade jurídica vergonhosa."

José Aparecido Pereira - 6/12/2018

"Não vi nenhuma provocação do advogado, vi apenas um cidadão falando educadamente o que sente em relação ao STF, e um senhor que é ministro do STF, prepotente e dando razão para que a sociedade tenha mais vergonha dele e denegrindo a imagem da Instituicao que integra, fazendo uso do abuso de autoridade e desrespeitando o Estado Democrático de Direito (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui). Sou bem mais nova do que o ministro e esses advogados que assinaram o manifesto, mas aprendi com o meu avô que o exemplo tem que vir de cima e que é 'respeitando que se é respeitado'. Nenhum dos advogados que assinaram merece a minha admiração, o meu respeito, e não representam os advogados da minha geração, graças à Deus! Todos são iguais perante a lei!"

Maria de Lourdes Porciano de Arruda - 6/12/2018

"Lamentável que o cidadão tenha faltado com a urbanidade ao se dirigir de forma grosseira a pessoa do ministro do STF, manifestando descontentamento em relação à Instituição, principalmente, porque, sendo ele um advogado, deve zelar para credibilidade e respeitabilidade do STF (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui)."

Edson José da Silva - 6/12/2018

"É muito interessante como as interpretações variam de acordo com os interesses (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Há pouco li que muitas entidades apoiaram o ministro entendendo que houve um excesso. Entretanto, alguns, até advogados, em tempos remotos, defenderam um outro advogado que da Tribuna, provocou o ministro presidente da Corte Joaquim Barbosa, tendo este imediatamente chamado a segurança e o retirando no nomeio da sua sustentação. Não acho que deva prevalecer a ideia de ofender e constranger a todos, entretanto, algumas pessoas, pelo comportamento que adotam, invariavelmente merecem o ônus da intimidação e vergonha pública. Outro dia desse, o jornalista José Nêumanne, entrevistando o ministro Marco Aurélio Melo no programa Roda Viva, disse-lhe, com todas as letras, (a entrevista se encontra no YouTube) fosse ele um bandido gostaria de ser julgado pelo STF dada a sua leniência. O entrevistado, também juiz pelo quinto como O ministro ofendido no avião, pouco respondeu e assim como Lula que disse ser o STF uma Corte acovardada, (tanto que não peitou Renan Calheiros quando este então presidente do Senado não acatou uma decisão da Corte) não foram presos. O Jornalista Felipe Recondo, autor do Livro Tanques e Togas, cuja leitura aconselho, nos revela uma história do STF desde a sua criação até os nosso dias. Uma pesquisa de anos. Pois é até médico foi ministro do Supremo. Não sei se foi correta a atitude do advogado mas se lá estivesse (o que seria difícil dado o pânico de avião) teria a coragem que faltou a outros, de se solidarizar com o colega. Se o velho Sobral, que desafiou a tudo e a todos com seu guarda-chuva, usasse a mesma expressão na oportunidade, imagino que o desfecho seria outro. É lamentável que haja tanta falta de coragem ou tantas interpretações! Decididamente a advocacia não é para inocentes."

Bruno Emílio dos Santos - 6/12/2018

"Posso até concordar que o local e a forma com que aconteceu o fato não foram aceitáveis (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Agora, no meu entender, não se trata de pensar diferente e sim, de saber que esses ministros escolhidos politicamente não são nada confiáveis. Marginais da politica e poderosos recebem as 'bênçãos' desses ministros. E quanto à capacidade dessa gente, de ter um alto saber jurídico, não me convence também. O tal do 'Lula' os chamou de covardes e eles se calaram covardemente mesmo. Por que? Eu, não confio em nenhum deles."

Luiz Guilherme Winther de Castro - 6/12/2018

"Mais legal será quando o povo fazer o ministro voar pela janela de avião (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui). Já passou da hora de mandar o cabo e o sargento para fechar aquela pocilga."

António Carlos Zambon - 6/12/2018

"Não são ofensas ditas, é a constatação de um povo (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui). O STF é uma vergonha para nós brasileiros; ditas por um brasileiro que nos representa, e que simplesmente tem o direito de exercer sua liberdade de expressão. E o fez, sem violência, sem alteração de voz, de maneira límpida e verdadeira. Ministro Toffoli, gostaria de saber quais as providências, que eu e o meu povo (brasileiro) podemos tomar para retirar os ministros do STF que nos envergonham de suas cadeiras 'endeusadas'?"

Demétrius Carnelossa - 6/12/2018

"Não manifesto solidariedade alguma a esse ministro (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui). Onde estavam os que manifestaram solidariedade quando o tal 'Lula' chamou o Supremo de acovardado, ao vivo, na televisão, para que todos vissem e ouvissem? O pior de tudo foi que ninguém do Supremo teve a decência e coragem de chamá-lo às falas. Seria prova de que o 'Lula' tem plena razão? Não duvido!"

Luiz Guilherme Winther de Castro - 6/12/2018

"Com o devido respeito e admiração que nutro por esse noticiário, entendo que puxaram muito a sardinha para o lado do ministro sem crítica mínima contra a ordem de prisão evidentemente arbitrária (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). No mundo dos mortais isso não passaria de um debate. Mas, o poder do ministro, pelo visto, move montanhas."

Bruno Silveira - 6/12/2018

"O ministro que se diz ofendido e usou de autoridade de forma arbitrária so reforçou o que diz o advogado: o STF é uma vergonha (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Providências" – clique aqui)."

Sislene Mendes - 6/12/2018

"É uma vergonha e ponto final (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui)!"

Paulo Magalhães - 6/12/2018

"Vivemos dias tenebrosos (Migalhas 4.495 – 5/12/18 – "Triste episódio - I" – clique aqui). Os céus estão cobertos de 'cumulus nimbus', literal e figurativamente. Para muitos de nós, instituição e representantes dela são uma identidade, tal como 2=2. Tal qual se achava o Rei de França, Luís XIV, o Rei Sol, como ficou conhecido na História. No faroeste dos filmes, também, o xerife se apregoava 'aqui a lei sou eu'. Afrontar a CF/88 é menos grave do que afrontar, se é que afronta houve, do que afrontar um representante dela? Que inversão de valores! Parece a realização da fábula do lobo e do cordeiro!"

José Domério - 7/12/2018

"Respeito as opiniões contrárias, mas continuo afirmando que o advogado não cometeu nenhum crime (Migalhas 4.496 – 6/12/18 – "Apoio" – clique aqui)."

Francisco Santana do Nascimento - 8/12/2018

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