Quarta-feira, 23 de outubro de 2019

ISSN 1983-392X

Concurso público

de 19/5/2019 a 25/5/2019

"A suposta 'análise perfunctória' alegada pela juíza Federal Kátia Balbino de Carvalho Ferreira seria cabível se - e somente se - não houvesse anterior laudo psicológico analisado e emitido pelo profissional competente e que tem legitimidade para tal (Migalhas 4.606 – 21/5/19 – Concurso público). A fundamentação judicial, que pode parecer razoável a olhos desavisados, é absolutamente descabida e falaciosa pois o simples fato da autora ter sido considerada apta em avaliação psicológica no passado, em concurso para outro cargo (agente da PF), não pressupõe - como a magistrada quer fazer parecer crer - que a autora esteja apta para exercer, anos depois, cargo de natureza diversa daquele (perita criminal). Dessa forma é decisão temerária inferir 'em análise perfunctória' que a parte autora goza de condições de saúde psíquica exigidas para o exercício do cargo de perito criminal, quando há laudo de profissional competente em sentido contrário."

Milton Córdova Junior - 21/5/2019

"Acredito que a o fato da candidata ter sido aprovada no psicotécnico para ingresso na referida instituição anteriormente não significa que a mesma não pode ser reprovada nesse momento tendo em vista as possíveis intercorrências na vida da candidata que podem interferir na leitura projetiva de sua personalidade (Migalhas 4.606 – 21/5/19 – Concurso público)."

Simone Santos - 21/5/2019

"Quer dizer que teste psicotécnico é bobagem, o que vale é um bom advogado (Migalhas 4.606 – 21/5/19 – Concurso público)."

Eduardo W. de V. Barros - 22/5/2019

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