Terça-feira, 19 de novembro de 2019

ISSN 1983-392X

Artigo - Alienação parental e a capacidade de odiar

de 21/7/2019 a 27/7/2019

"Compartilho com a mestre a necessidade de se manter viva a Lei da Alienação Parental, de forma a garantir o direito dos menores, em casos dessa natureza (Migalhas 4.649 – 23/7/19 – Alienação parental e a capacidade de odiar)."

Antonio Jadel de Brito Mendes - 23/7/2019

"Excelente texto, só a mente de uma pessoa com tamanha capacidade como é o caso da professora, pode emergir um texto de grande envergadura como este (Migalhas 4.649 – 23/7/19 – Alienação parental e a capacidade de odiar). A lei, ora comentada pela ilustre doutrinadora, entrou em vigor já atrasada. Esse terreno pantanoso, cuja fertilidade gera infelicidade para os menores, prejudicando-os, apenas em nome da vingança e do ego. Portanto, a lei precisa ser protegida, até porque, essa norma nada mais é do que um braço longo da Constituição, já que segundo o art. 227 da Carta da República, é dever do Estado brasileiro proteger as crianças e adolescentes. Parabéns pela coragem."

José Nivaldo Souza Azevedo - 23/7/2019

"A proteção que o legislador procura dar à criança evidente que visa o seu amparo, pois existem casos em que o casal na função de pais não conseguem exercer o seu mister sem rancores, agressões, ameaças e etc., pondo em total risco de desespero e abandono os filhos; logo o legislador evidente que não poderia ficar silente (Migalhas 4.649 – 23/7/19 – Alienação parental e a capacidade de odiar)!". Assim, a referida lei contra a alienação parental merece e vem tendo o devido aplauso e aplicação nas respectivas demandas que se fazem necessárias na preservação maior das crianças, quando os adultos não acham um ponto convergente no amparo e educação dos filhos com respeitos de parte a parte."

Daniel Ferreira Dias - 23/7/2019

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