Quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

ISSN 1983-392X

"Sempre foi assim, o trabalhador pedia tudo, mas só ganhava o que o juiz deferia, porém o empregado não pagava honorários advocatícios e custas, ou seja, nem o patrão nem o trabalhador eram prejudicados (Migalhas 4.742 – 2/12/19 - Sucumbência). Hoje, caso ganhe apenas parte do que pediu, o que não ganhou será cobrado do que ganhou. Às vezes essa conta fica negativa para para o mais fraco, ou seja, o trabalhador. A intenção da reforma foi nítida: meter medo ao trabalhador, ou seja, impedir que tenha acesso a Justiça. Isso é inconstitucional."

Eider Damasceno - 2/12/2019

"Acabou a mamata, onde um funcionário desonesto combinava com outro pra mentir diante do juiz (Migalhas 4.742 – 2/12/19 - Sucumbência). Quando se provava que estavam mentino, ficava por isso mesmo."

Raimundo Nonato Palheta Gonzaga - 2/12/2019

"Aguardamos pela notícia da decisão do TRT9, pois se trata de decisão que desafia recurso ordinário acerca de todos os aspectos enfrentados ou não pela sentença (Migalhas 4.742 – 2/12/19 - Sucumbência)."

Filipe Klafke - 2/12/2019

"A conclusão, sem ler a sentença, a que se pode chegar é a de que houve excesso de pedidos sem que fosse feita uma analise da possibilidade de provar o alegado (Migalhas 4.742 – 2/12/19 - Sucumbência). Temos visto muitas parecidas com esta. Muitos esquecem que estão diante de uma Justiça especializada e se esquecem de se especializar."

Paulo Afonso Quintas - 2/12/2019

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