Segunda-feira, 16 de setembro de 2019

ISSN 1983-392X

Protesto de títulos aumenta 17,1% em novembro em São Paulo

Pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos - Seção São Paulo junto aos 10 tabeliães de protesto da capital de São Paulo revelou que em novembro de 2010 foram protestados 57.510 títulos, uma alta de 17,1% em relação aos 49.088 de outubro, 54.896 de setembro, 59.724 de agosto, 66.624 de julho. Já em relação aos 65.444 protestados em novembro de 2009 a queda foi de 12,12%.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Títulos

Protesto de títulos aumenta 17,1% em novembro em São Paulo

Pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos - Seção São Paulo junto aos 10 tabeliães de protesto da capital de São Paulo revelou que em novembro de 2010 foram protestados 57.510 títulos, uma alta de 17,1% em relação aos 49.088 de outubro, 54.896 de setembro, 59.724 de agosto, 66.624 de julho. Já em relação aos 65.444 protestados em novembro de 2009 a queda foi de 12,12%.

O total bruto de títulos apresentados ao Serviço Central de Protesto de Títulos (SCPT) atingiu 161.414 títulos, contra 149.038 em outubro, 153.397 em setembro, 162.512 em agosto, 179.408 em julho. Após serem apresentados no SCPT (rua XV de Novembro, 175 - Centro), os títulos podem ser pagos pelo devedor intimado; caso contrário, são enviados a protesto. Do total, foram devolvidos como irregulares 14.874 pois por alguma razão não puderam ser sequer intimados; restaram apenas 146.540 em condições de ir para protesto. Mas, como vimos, apenas 57.510 foram efetivamente protestados, porque a imensa maioria foi paga logo após a intimação.

Cancelados

É importante lembrar que, mesmo após o protesto, o devedor ainda pode cancelar seu nome da lista de cidadãos oficialmente declarados inadimplentes: basta pagar a dívida e despesas no cartório. Uma vez cancelado o protesto, a pessoa imediatamente "limpa" o nome e não pode mais ser incluída em listagens como inadimplente. Em novembro, os cancelamentos de protestos ficaram em 25.237 títulos, contra 22.887 em outubro, 26.146 em setembro, 28.744 em agosto, 23.545 em julho.

Cheques

Dos títulos protestados, somente 12,6% foram cheques – 7.289 contra 7.196 em outubro, 7.337 em setembro, 9.367 em agosto, 10.146 em julho.

Duplicatas

As duplicatas subiram e voltaram aos níveis de agosto e setembro: 41.777 contra 34.795 em outubro, 41.702 em setembro, 41.727 em agosto, 48.364 em julho, 39.332 em junho. Números que envolvem principalmente duplicatas mercantis por indicação, mas também duplicatas mercantis de serviço e de serviço por indicação, triplicatas mercantis e de serviço.

Promissórias

As notas promissórias recuperaram-se: 6461 contra 4928 em outubro, 6804 em setembro, 6249 em agosto, 6052 em julho.

Letras de câmbio

As letras de câmbio despencaram para níveis absurdamente recordes: somente 34 foram protestadas contra 226 em outubro, 359 em setembro, 332 em agosto e 805 em julho.

Novos e outros títulos

Os títulos novos aumentaram também: 1950 contra 1938 em outubro, 2.248 em setembro, 2046 em agosto, 2144 em julho, 1690 em junho. Entre esses títulos, destacaram-se bem as cédulas de crédito bancário, que aumentaram para 929 contra 910 em outubro, 1237 em setembro, 1010 em agosto, 1130 em julho. Restaram 1021 novos tipos de títulos, como certidões da dívida ativa, contratos de locação e aluguel, contratos de câmbio, contratos de mútuo, contratos de alienação fiduciária, contratos de reserva de domínio, sentenças judiciais, notas de crédito, termos de conciliação, certidões de crédito comercial, confissões e documentos de dívida e encargos condominiais.

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