Sexta-feira, 23 de agosto de 2019

ISSN 1983-392X

Wellington Salgado é o novo relator do processo contra Renan

O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, senador Sibá Machado - PT/AC, recebeu, na noite de ontem, o resultado da perícia realizada pela Polícia Federal nos documentos apresentados pelo senador Renan Calheiros - PMDB/AL em sua defesa. Na manhã de hoje, Sibá confirmou o nome do senador Wellington Salgado - PMDB/MG como o novo relator da representação.

quarta-feira, 20 de junho de 2007


Confirmação

Wellington Salgado é o novo relator do processo contra Renan

O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, senador Sibá Machado - PT/AC, recebeu, na noite de ontem, o resultado da perícia realizada pela Polícia Federal nos documentos apresentados pelo senador Renan Calheiros - PMDB/AL em sua defesa. Na manhã de hoje, Sibá confirmou o nome do senador Wellington Salgado - PMDB/MG como o novo relator da representação.

Wellington Salgado aceitou a relatoria e, desde a noite de ontem, estuda o processo, relatado inicialmente pelo senador Epitácio Cafeteira - PTB/MA, que teve de licenciar-se em razão de doença. Antes da indicação, em entrevista à imprensa, o presidente do Conselho afirmou que o relator escolhido funcionaria como ad hoc.

Wellington Salgado não poderá alterar o parecer de Cafeteira, que se manifestou pelo arquivamento do processo, alegando falta de provas. Isso porque, já lido no Conselho, o relatório está em processo de votação. Sibá disse ainda que se houver fatos novos sobre o caso, os integrantes do Conselho terão que encerrar essa votação e abrir um novo procedimento.

A assessoria de imprensa de Sibá informou que, até as 22h de ontem, já haviam sido entregues a todos os integrantes do Conselho de Ética, ou a seus chefes de gabinete, os resultados da perícia realizada pela Polícia Federal e por técnicos do Senado sobre a autenticidade dos documentos juntados pelo senador Renan Calheiros em sua defesa.

A reunião do Conselho de Ética está marcada para hoje, às 13h30, mas Sibá Machado já considerou que, se os senadores disserem que não houve tempo hábil para analisar os documentos, esse horário poderá ser alterado.

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