Domingo, 18 de agosto de 2019

ISSN 1983-392X

Revista Getulio nº 12

quarta-feira, 26 de novembro de 2008


Revista Getulio nº 12

Revista Getulio chega às bancas, com dossiê sobre os perfis da advocacia no Brasil

A 12ª edição da Revista Getulio, editada pelo GVlaw, chega as bancas e traz os diversos perfis da carreira de advocacia no Brasil, encerrando um ciclo iniciado pela primeira edição de 2008, dedicada à discussão dos cursos de direito e ao problema da proliferação de vagas.

A Getulio compila as conclusões de um levantamento produzido pelos pesquisadores do GVlaw durante este ano, com uma série de dados relacionados à profissão, ao crescimento dos escritórios, à abertura de novas perspectivas de desenvolvimento do profissional do direito. Com a leitura dessas pesquisas e dados, pôde-se notar de um lado uma falta de consciência do advogado sobre como se dá esse desenvolvimento de carreira, sobretudo por parte do jovem egresso.

Para corroborar esse amplo estudo, a Getulio também ouviu nomes representativos da advocacia brasileira e paulista, como os jurista Modesto Carvalhos, Celso Mori Cintra (representando o Pinheiro Neto Advogados), Raquel Otranto (Lilla, Huck, Otranto, Camargo e Munhoz Advogados) e Hamilton Dias de Souza.

Do grupo de pesquisadores do GVlaw, Daniel Babinski e Daniel Wei Liang Wang produziram o artigo Ensino jurídico e perfis do advogado e orientaram o trabalho dos repórteres Daniella de Lucca e Rafael de Queiroz no desenho dos cinco perfis que permeiam a carreira (entrevistaram o estagiário, o advogado júnior, o pleno e o sênior e, por fim, o advogado sócio). Já o pesquisador Bruno Ramos Pereira se debruçou sobre "O crescimento vertiginoso dos escritórios de Direito no Brasil", como uma das expressões de que cada vez mais a prática da advocacia se aproxima da lógica empresarial.

A Revista traz ainda dois perfis de empreendedores: o advogado Bruno Pedalino, que viu no direito empresarial um nicho a desbravar em Londrina e no Norte do Paraná, e hoje expande o escritório para ousadias maiores. E o italiano Fabio Buccioli, que formado em Bolonha previu, há vinte anos, que faria bons negócios no Brasil.

Mais textos completam a Revista. Como o debate que reuniu três pesquisadores da área criminal para responder à questão Por que a violência caiu em São Paulo? Theodomiro Dias Neto, coordenador de Direito Criminal do GVlaw, Túlio Khan, da Coordenadoria de Análise e Planejamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública, e Denis Mizne, diretor do Instituto Sou da Paz, na tentativa de responder à pergunta debateram sobre manutenção de políticas públicas, gestão da segurança, e profissionalização do aparato policial.

Este número tem ainda o belo e prático roteiro elaborado pela professora Beatriz Lacombe sobre gerenciamento de carreira; a reportagem Quando a alternativa vira regra, em que Helder Junior conta como, após a instituição da Lei de Arbitragem, a mediação se consolidou como ferramenta alternativa eficaz na resolução de conflitos. Na seção Biblioteca, um passeio pelo mundo dos livros com Ives Gandra Martins. O repórter Axel Gyldén, corresponde da revista francesa L’Express para a América Latina, fala sobre como o Brasil é visto na França. E em Política, poesia e sedução, a advogada e crítica Maria Rita Drummond nos mostra a trajetória do artista carioca Cildo Meireles, contextualizando por que ele ocupa lugar ímpar na produção conceitual nacional, merecendo o 7º Prêmio Velázquez de Artes Plásticas e até exposição badaladíssima na Tate Modern, em Londres.

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