Segunda-feira, 22 de abril de 2019

ISSN 1983-392X

Diretor João Grandino Rodas divulga esclarecimento sobre inquérito do MPF/SP que investiga mudanças na biblioteca da Faculdade de Direito da USP

No último dia 11/5 o MPF/SP abriu inquérito civil público - ICP - para investigar se as mudanças realizadas na biblioteca da Faculdade de Direito da USP, no Largo S. Francisco, no centro histórico de São Paulo, podem colocar em risco o patrimônio cultural do local.

sexta-feira, 15 de maio de 2009


Mudanças

Diretor João Grandino Rodas divulga esclarecimento sobre inquérito do MPF/SP que investiga mudanças na biblioteca da Faculdade de Direito da USP

No último dia 11/5 o MPF/SP abriu inquérito civil público - ICP - para investigar se as mudanças realizadas na biblioteca da Faculdade de Direito da USP, no Largo S. Francisco, no centro histórico de São Paulo, podem colocar em risco o patrimônio cultural do local (clique aqui).

Em linhas gerais, a procuradora Ana Cristina Bandeira Lins, responsável pelo caso, quer saber se a reforma foi autorizada pelos órgãos de patrimônio histórico, qual o teor do contrato firmado com a Microsoft e se há projeto de preservação e de valorização do acervo da biblioteca em sua sede histórica, inclusive das obras raras. Além disso, o MPF busca informações sobre se existem outras situações de risco ao patrimônio.

Segundo o diretor da Faculdade, dr. João Grandino Rodas, qualquer pessoa que comparecer ao local verificará que o patrimônio da Faculdade está sendo preservado. A intenção da Faculdade é de devolver a toda a população de SP e do Brasil a primeira biblioteca pública de SP.

Para esclarecer as mudanças, o diretor divulgou uma mensagem aos professores, alunos e funcionários da FDUSP.

Grandino esclarece que "é firme a intenção da Faculdade de Direito devolver a toda a população de SP e do Brasil, quer por meio de visitas pessoais, quer por meio eletrônico, a primeira biblioteca pública de São Paulo, que foi a do Convento de São Francisco, transformada posteriormente na Biblioteca Central da Faculdade de Direito, que hoje se encontra enclausurada cerceada por horários de abertura absolutamente insuficientes, até mesmo para a consulta de seus próprios alunos".

  • Confira logo abaixo a mensagem na íntegra ou clique aqui.

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