Auditor de Controle Interno do DF, graduado em Economia e em Direito, mestre em Economia do Setor Público na UnB e doutor em Direito Constitucional no IDP, Palestrante.
Da floresta à conectividade, a Amazônia 4.0 desafia o Brasil a transformar inclusão digital, inovação e desenvolvimento sustentável em instrumentos reais de integração e cidadania.
As eleições de 2026 colocam em evidência um dos maiores dilemas do século XXI: A vontade do povo é formada pelo debate público ou moldada pelos algoritmos?
Entre a política e a Copa do Mundo: O artigo resgata a origem da direita e da esquerda e mostra como a democracia transforma rivalidades em diálogo e construção coletiva.
A constituição Brasileira está preparada para limitar o poder dos algoritmos? O texto analisa os empasses do constitucionalismo digital e a releitura dos direitos fundamentais na era digital 4.0.
O debate da escala 5x2 além da CLT: Como equilibrar proteção social, desenvolvimento econômico, produtividade e qualidade de vida do trabalhador na nova dinâmica laboral.
Análise crítica do 1º de maio na era digital, destacando a exclusão dos trabalhadores de plataformas e a necessidade de ampliar a proteção social diante da subordinação algorítmica.
Análise da Previdência e do avanço do trabalho digital, destacando a parassubordinação e a urgência de garantir direitos sociais mínimos aos trabalhadores de plataformas.
Análise direta sobre a regulação das plataformas digitais, destacando subordinação algorítmica, direitos sociais e o papel do PLP 152/25 na construção da Previdência 4.0.
Regras de 2026 expõem o desequilíbrio da Previdência. A economia digital reduz a arrecadação e impulsiona a Previdência 4.0 que inclui trabalhadores de plataformas e garantir sustentabilidade.