O texto discute a judicialização das terapias para pessoas com TEA, equilibrando direito ao tratamento, sustentabilidade do sistema e responsabilidade compartilhada.
A decisão define regras para cobertura extra rol, exigindo critérios médicos e científicos, protegendo pacientes e garantindo sustentabilidade dos planos.
Judicialização cresce e pressiona planos de saúde com uso off-label de agonistas. Anvisa regula, mas cenário segue incerto, exigindo equilíbrio entre direitos e sustentabilidade do setor.