domingo, 20 de setembro de 2020

ISSN 1983-392X

Renata Assalim Fernandes

Migalheira desde maio/2017.

Graduada pela Faculdade de Direito Padre Anchieta de Jundiaí. Pós-graduado em Direito Civil. Advogada do escritório De Vivo, Castro, Cunha, Ricca e Whitaker Advogados.

Migalhas de peso

14 anos de Lei Maria da Penha e os serviços públicos existentes como rede de apoio no Brasil

Em razão dos 14 anos da promulgação da Lei Maria da Penha, muito se comemora, mas ainda há uma longa trajetória a ser percorrida no Brasil no combate da violência doméstica e familiar contra a mulher. Leia

Renata Assalim Fernandes e Francisca da Costa Conceição

21/8/2020
Migalhas Live

Como lidar com os impactos da COVID-19 nas Relações de Trabalho

Advogados do escritório De Vivo, Castro, Cunha, Ricca e Whitaker Advogados abordarão as principais medidas legais trazidas pelas MPs 927 e 936/2020, em especial ao que se refere a possibilidade de suspensão do contrato de trabalho, redução de salário e jornada. Na ocasião serão esclarecidas dúvidas em relação à liminar proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski nos autos da ADI 6363, que consigna a validade do acordo individual à submissão dos sindicatos de trabalhadores Assista

Samuel Figueiredo, Luiz Azevedo, Renata Assalim Fernandes e Larissa Gavino

13/4/2020
Migalhas Amanhecidas

MIGALHAS nº 4.921

...io Daniel Advogados. (Clique aqui) Lei Maria da Penha Segundo Renata Assalim Fernandes e Francisca da Costa Conceição (De Vivo, Castro, Cunha, Ricca e Whitaker Advogados) "em que pese a lei Maria da Penha exista há 14 anos, complementada por políticas públicas para o combate a violência doméstica, ainda é necessário fortalecer e aumentar a rede de atendimento às mulheres em situação de violência e levar tais políticas até os recôncavos deste enorme país, especialmente em municípios de pequeno e médio porte". (Clique aqui) Processo jurídico Enfrentar um processo jurídico não é uma situação confortável para nenhum... Leia

21/8/2020
Migalhas Quentes

De Vivo, Castro, Cunha e Whitaker Advogados tem novas coordenadoras de Direito Societário, Contratos e Compliance

... clientes e parceiros que Juliana Bonazza Teixeira da Cunha e Renata Assalim Fernandes assumem as posições de coordenadoras das áreas de Direito Societário e de Contratos e Compliance, respectivamente.  Juliana Bonazza Teixeira da Cunha, que assume a área de Direito Societário, é formada em 1996 pela Pontifícia Universidade Católica em São Paulo, é Mestre em Direito dos Negócios pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas - FGV em 2013. Participou do Curso de Negociação e Liderança do Program on Negotiation da Harvard Law School em 2018. Advogada especialista em direito societário com ênfase em fusões... Leia

20/5/2019
Migalhas Amanhecidas

MIGALHAS nº 4.605

Segunda-feira, 20 de maio de 2019 - Migalhas nº 4.605.Fechamento às 11h11. "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,Muda-se o ser, muda-se a confiança;Todo o mundo é composto de mudança,Tomando sempre novas qualidades." Luís de Camões Muda-se o ser Tema importante na pauta do STF nesta semana: os ministros voltarão a discutir a omissão legislativa em criminalizar homofobia. Julgamento teve início em fevereiro deste ano com o voto histórico do relator de uma das ações, decano Celso de Mello. (Clique aqui) Novas qualidades Não parece haver dúvidas de que o STF irá decidir... Leia

20/5/2019
Migalhas Amanhecidas

MIGALHAS nº 4.115

... Negócios jurídicos processuais Abordando o novo CPC, a advogada Renata Assalim Fernandes, do escritório De Vivo, Whitaker e Castro Advogados, fala o que é "novo e interessante" nos negócios jurídicos processuais na norma. (Clique aqui) Conflitos As advogadas Ana Barros e Maria Olívia Machado, coaches da Thelema Coaching para Advogados, abordam o conflito no local de trabalho e apresentam dicas para o advogado enfrentar o desafio. (Clique aqui) Dupla cidadania e visto americano Tenho dupla cidadania (brasileira e italiana) e quero viajar para os Estados Unidos. Preciso... Leia

19/5/2017
Migalhas de peso

Negócios jurídicos processuais no novo CPC – o que pode?

O que é novo e interessante é que se abre um tema que era típico para a possibilidade das partes convencionarem por meio de negócios processuais atípicos. Leia

Renata Assalim

19/5/2017

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