Conduzindo a nau do estado, é mau navegante o que esperdiça tempo em amaldiçoar o vendaval que sopra; o bom mestre do ofício sabe armar as velas, de modo a aproveitar o vento seja ele qual for...
Trecho retirado do livro "Penso, logo... eis isto: humorismos graves, ironias agudas, evidencias paradoxais. Rio de Janeiro: Typographia Coelho, 1923."