quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

aspas

Pelo dinheiro um homem de juízo / Sofre o diabo sem sentir abalo; / Vende afeições, aluga a consciência, / E até às vezes serve de cavalo.

Pelo dinheiro um homem de juízo / Sofre o diabo sem sentir abalo; / Vende afeições, aluga a consciência, / E até às vezes serve de cavalo.
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REFERÊNCIA
Trecho retirado do livro "Teatro completo I. Coleção Clássicos do Teatro Brasileiro, vol. 3. Rio de Janeiro: Serviço Nacional de Teatro, 1979."
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