A sentença de morte da Poesia já foi lavrada, há muito tempo, e por muitos juízes. Mas parece que ainda não se achou força em que ela pudesse ser cumprida, nem pelotão que quisesse fuzilar a mísera.
Trecho retirado do livro "Bilac, o Jornalista: Crônicas: Volume II. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, Editora da Unicamp, 2006."