terça-feira, 21 de abril de 2026

aspas

O avarento ama o dinheiro como os outros homens amam o sol, o bem, a formosura, a bondade. O seu gozo exclusivo, a sua felicidade única, a sua razão de existir, o seu destino na vida, é juntar dinheiro, contá-lo, recontá-lo, mirá-lo e admirá-lo.

O avarento ama o dinheiro como os outros homens amam o sol, o bem, a formosura, a bondade. O seu gozo exclusivo, a sua felicidade única, a sua razão de existir, o seu destino na vida, é juntar dinheiro, contá-lo, recontá-lo, mirá-lo e admirá-lo.
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REFERÊNCIA
Trecho retirado do livro "Conferencias Literarias. 2ª edição. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1930."
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