quinta-feira, 23 de abril de 2026

aspas

O riso do humorista não é como o do selvagem ou como o da criança, nem como o do homem adulto vulgar, nem como o da multidão. É um riso de formação lenta, refletido, carregado ao mesmo tempo de bom senso e de protesto, e ao mesmo tempo cheio de imaginação, de sentimento, de razão, e de filosofia.

O riso do humorista não é como o do selvagem ou como o da criança, nem como o do homem adulto vulgar, nem como o da multidão. É um riso de formação lenta, refletido, carregado ao mesmo tempo de bom senso e de protesto, e ao mesmo tempo cheio de imaginação, de sentimento, de razão, e de filosofia.
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REFERÊNCIA
Trecho retirado do livro "Conferencias Literarias. 2ª edição. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1930."
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