As nações são como os homens: precisam de inimigos. Ai do homem, que atravessa a vida sem uma antipatia, sem uma contrariedade, sem um ódio! o louvor unânime deprava e aniquila: é como a água da rega, que, quando moderada, alimenta, refresca, aviventa a planta; mas, quando demasiada, consegue matá-la, apodrecendo-lhe as raízes.