quarta-feira, 3 de junho de 2020

ISSN 1983-392X

Opinião

Triste realidade do aqui e agora – Editorial migalheiro

Crise econômica mundial e a aprovação de reformas: mais uma vez, coloca-se nas costas do Congresso o problema que é de execução.

terça-feira, 10 de março de 2020

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Ontem, instados sobre a crise econômica mundial, os ministros tupiniquins disseram que era boa oportunidade para aprovar reformas. Boa oportunidade para quem, cara pálida? Mais uma vez, coloca-se nas costas do Congresso o problema que é de execução. Com efeito, é nas torneiras das burras governamentais, com juízo e parcimônia, que está a saída para fomentar a economia.

E, de fato, não adianta vender sonho. Dizia-se nas votações da reforma da Previdência, por exemplo, que tão logo aprovado o texto o país iria decolar. Isso não aconteceria, como não aconteceu. E antes mesmo do Coronavírus surgir, o quarto trimestre de 2019 foi um retumbante fracasso.

Por quê?

A questão é simples: não se tem confiança. Façamos um simples raciocínio. Você tem dois amigos lhe pedindo dinheiro: um que tem uma pequena empresa, arrumadinha, mas ele não é de confiança alguma, um doidivanas; outro tem a empresa um pouco bagunçada, desorganizada, mas é de extrema confiança, e você acredita que ele, se preciso, irá passar por dificuldades para honrar a dívida. Para que você empresta? É simples assim.

Confiança é tudo na hora de investir. Por isso, a equipe econômica quer sempre colocar nas costas de Rodrigo Maia os problemas, porque ele granjeou respeito e confiança dos empresários. Ocorre, no entanto, que ele não é o Executivo. As reformas são algo para o futuro. O presente, o hoje, é responsabilidade do governo.

E, é forçoso convir, estamos à deriva, lutando para não soçobrar.

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