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Sob investigação

TRF-4 afasta juiz Eduardo Appio por suspeita de furto de champanhe

Investigação apura se juiz teria furtado duas garrafas de champanhe em supermercado de Blumenau.

Da Redação

domingo, 2 de novembro de 2025

Atualizado às 16:32

O TRF da 4ª região afastou o juiz Federal Eduardo Appio, da 18ª vara de Curitiba/PR, após ele ser investigado por suspeita de furtar duas garrafas de champanhe da marca Moët & Chandon em um supermercado de Blumenau/SC. A apuração ocorre em conjunto pela Corregedoria do tribunal e pela Polícia Civil de Santa Catarina. As informações são da revista VEJA.

 (Imagem: Divulgação/JFPR)

Juiz Eduardo Appio é afastado da vara previdenciária do TRF-4 por suspeita de furto de champanhe.(Imagem: Divulgação/JFPR)

O boletim de ocorrência aponta que os supostos furtos teriam ocorrido em 20 de setembro e 4 de outubro de 2025, totalizando duas garrafas avaliadas em cerca de R$ 540 cada. O veículo utilizado no momento do fato teria sido identificado como pertencente ao magistrado, conforme os registros policiais mencionados pela publicação.

A VEJA informou ainda que o TRF-4 confirmou ter recebido ofício da PC/SC comunicando a abertura da investigação, mas afirmou, em nota, que “não comenta casos que correm sob sigilo”. A Corregedoria instaurou procedimento disciplinar para apurar possível violação ao Estatuto da Magistratura e ao Código de Ética da Magistratura Nacional.

Appio negou as acusações e afirmou que “sempre pagou por suas compras”. Segundo o juiz, a informação divulgada é “fake news”, e ele pretende ingressar com ações de reparação pelos danos causados.

Eduardo Appio ficou conhecido nacionalmente por ter atuado na 13ª vara Federal de Curitiba/PR, responsável pelos processos da operação Lava Jato. Em 2023, ele foi afastado temporariamente da função após investigação sobre um telefonema anônimo com ameaças. Posteriormente, firmou acordo com o CNJ, no qual admitiu conduta imprópria e abriu mão de reassumir a 13ª vara, sendo transferido para a 18ª vara Federal de Curitiba/PR. Após o acordo, o procedimento disciplinar foi arquivado.

O processo tramita sob segredo de Justiça.

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