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Papel institucional

Dino cita acertos do STF e diz que momentos confusos demandam prudência

Ministro afirmou que equívocos são repetidos “como se verdades fossem” e pediu moderação na avaliação da Corte.

Da Redação

quarta-feira, 11 de março de 2026

Atualizado às 11:35

O ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que a Corte “acerta muito mais do que erra” e defendeu serenidade na avaliação do papel do tribunal em meio a críticas públicas. A manifestação ocorreu durante sessão da 1ª turma do STF desta terça-feira, 10, e foi reforçada posteriormente em publicação nas redes sociais.

No post, Dino reconheceu que existem “críticas justas” ao Supremo, mas afirmou que, em meio a elas, surgem também equívocos repetidos à exaustão “como se verdades fossem”.

“Especialmente em momentos confusos, é essencial ter serenidade, moderação e prudência, para separar o joio do trigo.”

Veja o post: 

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No texto, o ministro citou decisões da Corte que, em sua avaliação, demonstram a relevância institucional do STF, mencionando temas como emendas parlamentares e orçamento secreto, direitos indígenas, meio ambiente, enfrentamento da pandemia da covid-19, defesa da democracia, direitos das mulheres, proteção de crianças e jovens contra crimes na internet e combate ao armamentismo ilegal.

Dino também mencionou operações autorizadas pelo STF contra facções criminosas no RJ, conduzidas por ordem do ministro Alexandre de Moraes, como exemplo recente da boa atuação do Tribunal.

Segundo o ministro, os acertos da Corte ajudam a explicar parte dos ataques dirigidos à instituição.

"As virtudes do STF explicam muitos ataques, movidos a vinganças, ódios e interesses. Há muitos, no Estado e no mercado, que querem afastar o foco dos seus próprios crimes e erros."

“Acerta mais do que erra”

Durante a sessão da 1ª turma, Dino citou um grande “acerto” da ministra aposentada Rosa Weber no julgamento sobre a transparência das emendas parlamentares, em que foi estabelecida a necessidade de transparência e rastreabilidade na destinação de recursos públicos.

Dino ressaltou que, antes da decisão do STF, havia falta de transparência na alocação e execução das emendas parlamentares, cenário que passou a ser enfrentado após o julgamento conduzido pela então relatora.

Assista:

Ao comentar as críticas dirigidas ao tribunal, o ministro reconheceu que o Supremo pode cometer erros, mas defendeu uma avaliação equilibrada.

“Esse Supremo, que erra – e erra como instituição humana –, acerta também, acerta muito. E acerta mais do que erra.”

Para Dino, há atualmente uma “perda de equilíbrio” na avaliação do papel das instituições, e reivindicou as virtudes republicanas prudência, equilíbrio, temperança, “sem os quais não existe devido processo legal e não existe justiça”.

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