STF: Gilmar conta que parou de dar aulas para não ser professor ausente
Ministro contou história de alunos de político que ofereceram fusca como prêmio para quem realmente teve aula com ele.
Da Redação
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Atualizado às 19:07
Durante sessão do plenário do STF nesta quinta-feira, 16, ministro Gilmar Mendes afirmou que evita manter aulas regulares para não correr o risco de ser visto como um professor ausente.
Gilmar explicou que decidiu não adotar uma rotina fixa de aulas por conta da agenda, dizendo que não quer ser lembrado como um docente que acaba não comparecendo.
Para ilustrar o ponto, contou caso envolvendo político que se apresentava como professor de uma faculdade, mas não comparecia às aulas. Segundo o ministro, os alunos chegaram a criar uma espécie de “premiação”, com um fusca, para quem de fato tivesse assistido a aulas ministradas por ele.
Ao retomar a história, Gilmar declarou: “não quero que ocorra isso comigo”.
Na sequência, ministro Alexandre de Moraes brincou e perguntou se o decano não queria ganhar o “fusca prêmio” citado na história, por desejar outro carro, ou se não queria mais dar aulas.
Confira o momento:





