25.fev.2009
O advogado de Paula Oliveira, brasileira que disse ter sido agredida por neonazistas na Suíça, afirmou hoje, 25/2, que a confissão feita por sua cliente à polícia no dia 13 de fevereiro, quando admitiu ter feito os ferimentos em seu corpo, não pode ser usada como prova no inquérito aberto contra ela. As informações são da BBC Brasil.