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Debate em plenário opôs visão restritiva à possibilidade de qualquer interessado acionar a Corte para garantir precedentes vinculantes.
Para ministro, extremos entre ativismo e autocontenção comprometem a função judicial.
Em julgamento de reconhecimento de nacionalidade, Moraes e Toffoli alertaram que nova remessa poderia atrasar interesse das partes.
Ministro criticou repetição de ações baseadas em processos penais já encerrados.