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Trabalhadora tinha limite de cinco minutos diários para ir ao banheiro. Se ultrapassado o tempo, situação gerava fortes repreensões por influenciar bônus da equipe.
Em sua composição plena, a SDI-1 julgou oito processos envolvendo o tema, que vinha sendo objeto de entendimentos divergentes entre turmas.
TST reformou decisão e negou pedido de trabalhadora.

Diante do desalinho entre STF e TST em decisões recentes com relação a novas formas de trabalho, ministra Katia Arruda, do TST, afirmou, durante o 15º Encontro Anual AASP, a competência da Justiça trabalhista na determinação de vínculos empregatícios. Veja mais: