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Conselheiros observaram que, apesar de defasagem, não compete ao conselho afastar a utilização dessas tabelas.
Após o voto do relator, contra o uso da técnica, pediu vista dos autos a conselheira Salise Sanchotene.
Nesta terça-feira, 17, o plenário do CNJ começou a examinar a possibilidade de utilização da constelação familiar no âmbito do Poder Judiciário. Após o voto do relator, conselheiro Marcio Luiz Freitas, contra o uso da técnica, pediu vista dos autos a conselheira Salise Sanchotene. Entenda o debate:
Especialistas discutiram sobre a resolução que passou a admitir a negativa de recursos por decisão monocrática e a negativa do direito de sustentação oral.