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Desembargador do TRF-1 concedeu prisão domiciliar a Oseney da Costa baseado em problemas de saúde do acusado e falta de provas contra ele, enquanto outros réus permanecem presos.
Colegiado aceitou o recurso de Oseney da Costa de Oliveira por falta de provas; indigenista e jornalista foram mortos a tiros em junho de 2022.
Os réus são acusados de ocultação de cadáveres e corrupção de menor.
Decisão foi tomada pela Justiça Federal do Amazonas.