Sexta-feira, 17 de agosto de 2018

ISSN 1983-392X

Artigo - O chapéu do promotor

de 5/8/2018 a 11/8/2018

"Parabenizo o dr. Rodrigo pela reflexão e excelente artigo (Migalhas de peso - 6/8/18 - clique aqui)."

Fábia Caetano - 6/8/2018

"Rodrigo Roca, com seus comentários você me enche de orgulho em ser, não promotor de Justiça como fui durante quase quatro anos, mas advogado, como sou há quase 40 anos (Migalhas de peso - 6/8/18 - clique aqui)."

Ronaldo Tovani - 6/8/2018

"É triste como só damos voz aos que tem ou tiveram alguma importância (Migalhas de peso - 6/8/18 - clique aqui). Não vejo a mesma irresignação quando ocorre o 'Zé Fulano', mas é só o fato ocorrer com alguma autoridade ou ex-autoridade para apontarmos o dedo. Não estou defendendo o promotor que, ao meu ver, abusou de sua autoridade e deve ser punido. Mas temos este tipo de comportamento todos os dias, e em todas as penitenciárias do país. Estamos com a mania da indignação seletiva, atentamos apenas para o que dá notícia, infelizmente!"

Valter Soares de Oliveira - 6/8/2018

"O ex-governador Sérgio Cabral merece um tratamento mais do que medieval (Migalhas de peso - 6/8/18 - clique aqui). Toda pena para ele será pouca. Esse crápula roubou e deixou roubar, comprovadamente, fábulas de dinheiro público, que seguramente deixou de salvar vidas em hospitais e prontos socorros. A primeira dama, outra crápula, recebeu, de uma empreiteira, uma única joia de quase dois milhões de reais. Esse crápula deveria, à maneira dos prisioneiros do Texas, limpar mato na beira de rodovias, acorrentado, sob a mira de policiais a cavalo. Vamos tratar com dignidade presos que possam ter delinquido, mas que não escarraram em nossas caras. Tenha paciência. Lamentável essa defesa."

Eduardo Domingues - 6/8/2018

"Provavelmente os cidadãos do Rio de Janeiro, assaltados pelo criminoso em questão, além de todos os demais prejudicados pela farra feita com dinheiro público aprovaria adoção da besta e tentariam não acertar a maçã se esta fosse colocada sobre a cabeça do preso mencionado (Migalhas de peso - 6/8/18 - clique aqui)."

Isabel Capella - 6/8/2018

"Infelizmente encontramos profissionais em todas as áreas que põe seus sentimentos e convicções pessoais acima do seu dever (Migalhas de peso - 6/8/18 - clique aqui). No caso, se praticado por membro do Ministério Público ou por um magistrado, cuja função precípua é o dever de Justiça, estarrece, falta-nos esperança, sufoca a alma."

José P. dos Reis - 8/8/2018

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