quinta-feira, 2 de outubro de 2008A falta de aviso na "Igreja do Diabo”
Preferia José de Alencar que tinha quase toda sua obra adaptada para os quadrinhos. Muito mais simpático, portanto, que o Bruxo do Cosme Velho. Era a bendita "Edição Maravilhosa". Presente de meu pai que guardou os exemplares comprados no final da década de 40 e ao longo da de 50, adivinhando a chegada do filho. Tinha de tudo. De Manuel Antônio de Almeida a Jorge Amado. De Lewis Carrol a Alexandre Dumas. Muito melhor do que ler orelha do livro para saber o conteúdo do capeado. Eram o passaporte para a obra completa.