Graduando em Direito pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), bolsista CNPq/PIBIC do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa sobre Administração de Conflitos (GIPAC).
Retribuir o ilícito, reparar o dano e reduzir desigualdades são funções complementares da Justiça, com efeitos concretos sobre processos, acordos e políticas públicas.
A computação em nuvem e a inteligência artificial transformam contratos, provas e rotinas jurídicas, enquanto a burocracia ainda reproduz desigualdades.
A responsabilidade fiscal deve favorecer acordos e decisões uniformes, conciliando a efetivação dos direitos com a igualdade entre credores e o equilíbrio das contas públicas.
A liberdade só se realiza plenamente quando reconhece limites, assume responsabilidades e convive com instituições capazes de proteger a autonomia sem permitir o arbítrio.
Entre algoritmos, metas e decisões automatizadas, cresce o desafio de conciliar desempenho institucional com dignidade, responsabilidade e limites ético-jurídicos.
A favelização revela desigualdades urbanas que transformam chuvas intensas em tragédias, comprometendo moradia, mobilidade e a capacidade de resposta do poder público.