Bacharel em Direito pela Universidade São Judas Tadeu, Especialista em Ciências Jurídicas, atualmente estagiária de Pós-Graduação no Ministério Público de São Paulo.
O que se vê, do exposto, é que a colocação do prenome “Diane” serviu tão somente como modo de chacota, de modo a questionar a mãe pela ineficácia do mecanismo preventivo que nada preveniu na concepção da infante.