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Congresso Ambiental

Evento organizado pela IBC -International Business Communications - vai discutir temas como Responsabilidades dos Administradores, Requisitos Técnicos, Competências e Critérios Preventivos.

quarta-feira, 20 de agosto de 2003

Atualizado às 14:04

 

CONGRESSO AMBIENTAL

Responsabilidades dos Administradores, Requisitos Técnicos, Competências e Critérios Preventivos

9 a 12 de Setembro de 2003

São Paulo/SP

 

 

 

 

 

Agenda

 

9 de Setembro de 2003

 

8h Recepção dos Participantes e Credenciamento

 

8h20 Abertura do Congresso pelo Presidente de Mesa

 

Haroldo Mattos de Lemos - Presidente INSTITUTO BRASIL PNUMA

 

8h30 Discussão sobre o Projeto de Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos

 

A Bancada do PT tem uma proposta sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos cujo objetivo é estabelecer diretrizes gerais para a gestão dos resíduos sólidos no país. A proposta prevê as questões abaixo e que irão permear as discussões deste painel

  • Estabelecimento da responsabilidade objetiva em todas as etapas da gestão dos resíduos sólidos
  • Garantir participação social em todos os níveis e etapas no tocante ao tratamento e disposição final dos resíduos sólidos
  • Criar mecanismos legais de inserção das cooperativas de triagem e compostagem de resíduos urbanos nos planos diretores municipais de resíduos sólidos
  • Política Estadual de Resíduos Sólidos

Liderado por

 

Arlindo Philippi Júnior - Professor Mestre e Doutor em Saúde Pública FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DA USP, Presidente ICTR (INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM RESÍDUOS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL)

 

Debatedores

 

Emerson Kapaz - Presidente ETCO (INSTITUTO BRASILEIRO DE ÉTICA CONCORRENCIAL), Ex-Deputado Federal relator do Projeto de Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos

 

Leonardo José De Mattos - Deputado Federal

 

Donisete Pereira Braga - Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Defesa de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo

 

10h Intervalo para Café e Networking

 

10h30 Recursos Hídricos - Cobrança pelo Uso da Água

 

A imprensa tem dado grande cobertura à questão da aprovação dos projetos de lei que visam regulamentar a cobrança e outorga sobre a captação e efluentes. Estes projetos terão impacto direto nos custos e processos industriais. O propósito deste painel é esclarecer as questões recentes sobre este tema tão polêmico.

  • Avanços na política nacional de recursos hídricos
  • Política Nacional de Recursos Hídricos (lei 9433 e as leis conexas a esta)
  • Cobrança da Água (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais)**
  • Monitoramento de efluentes e hídricos
  • Como aproveitar a água da melhor forma para diminuir o consumo e conseqüentemente o gasto da indústria
  • Reaproveitamento da água para redução de gastos

Liderador por

 

João Rodrigues Gerente Nacional de Meio Ambiente

CERVEJARIAS KAISER BRASIL

 

Debatedores

 

Rui Brasil Assis - Secretário Adjunto de Recursos Hídricos, Membro Titular CNRH (CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS)

 

Francisco José Lobato da Costa - Presidente da Diretoria Executiva da AGHIRAGÊNCIA DAS BACIAS DO ALTO IGUAÇU E ALTO RIBEIRA

 

Edílson de Paula Andrade - Ex-Secretário Executivo CEIVAP (COMITÊ PARA INTEGRAÇÃO DA BACIA HIDOGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL), Geólogo DAEE - DEPARTAMENTO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

12h Responsabilidade Civil e Objetiva de Administradores

  • Dano Ambiental, Metodologias de quantificação e NCC
  • Impactos nas disposições do parágrafo único 927 do Novo Código Civil
  • Aplicação do NCC na área ambiental
  • Responsabilidade administrativa, civil e criminal decorrentes de danos ambientais
  • Responsabilidade penal ambiental e suas conseqüências jurídicas
  • Responsabilidade penal da pessoa jurídica e dos seus administradores tendo em vista a legislação ambiental
  • Esclarecendo dúvidas sobre os principais aspectos penais na legislação ambiental
  • Relatando a responsabilidade objetiva, nexo causal e a graduação das penalidades
  • Prevenindo-se de altas multas e da desconsideração da personalidade jurídica
  • Causas excludentes de responsabilidade

Dr. Paulo de Bessa Antunes - Advogado DANNEMANN SIEMSEN MEIO AMBIENTE CONSULTORES

 

13h Almoço

 

14h30 Discuta a Recente Determinação sobre Exercício das Competências Ambientais pelos Municípios

 

A descentralização do licenciamento de atividades de impacto local é uma nova forma de buscar o envolvimento dos municípios na gestão ambiental , aproximando os empreendedores locais e novos parceiros neste processo. O objetivo desta palestra é apresentar as questões sobre o processo efetivo de fiscalização no âmbito municipal, as o treinamento dos agentes e as divergências entre exigências federais, estaduais e municipais.

  • Responsabilidade dos Municípios em relação ao licenciamento e à fiscalização ambiental de empreendimentos de impacto local
  • Competência do Licenciamento para os municípios de São Paulo
  • Como os agentes vão praticar a fiscalização
  • Quem fiscaliza? Como treinar os agentes?

Dr. Francisco Van Acker - Advogado e Assessor Institucional SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO, Procurador Autárquico Aposentado DAEE - DEPARTAMENTO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

15h30 Direito Internacional do Meio Ambiente

  • Panorama Geral dos Tratados Internacionais sobre Meio Ambiente
  • Organizações Internacionais que atuam na Área Ambiental
  • A Convenção sobre Mudanças Climáticas e o Protocolo de Kyoto: desafios e oportunidades para o Brasil
  • A Convenção sobre Biodiversidade: desafios e oportunidades para o Brasil

Rachel Biderman Furriela - Advogada Ambientalista e Consultora Externa SANTOS E FURRIELA ADVOGADOS

 

17h A Questão da Responsabilidade Civil Ambiental dos Financiadores

  • Responsabilidade de Investidores e Bancos de empresas que degradam meio ambiente
  • A co responsabilidade das instituições financeiras ao subsidiar investimentos na área ambiental
  • Esclarecendo as limitações sobre a cobertura dos planos perante um acidente ambiental

Ana Luci Esteves Grizzi - Advogada FARROCO & LOBO ADVOGADOS

 

18h Discurso Oficial de Encerramento do Primeiro Dia do Congresso

 

Luiz Paulo Conde Vice-Governador e Secretário de Meio Ambiente do Estado Rio de Janeiro SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO URBANO

 

18h30 Encerramento do Primeiro dia do Congresso

 

 

Quarta-feira, 10 de Setembro de 2003

 

8h20 Abertura do 2º Dia do Congresso pelo Presidente de Mesa

 

Walter José Senise Advogado MACHADO, MEYER, SENDACZ E OPICE ADVOGADOS

 

8h30 O Papel dos Órgãos Ambientais no Licenciamento Ambiental

  • Exigências dos órgãos ambientais para obtenção do licenciamento
  • Competências dos órgãos licenciadores§ Monitoramento da atividade e verificação pelo órgão ambiental do atendimento às condições especificadas na licença
  • Realização de audiências públicas no licenciamento

Caio Waldemar Ferreira Marques - Coordenador do ELPN - Escritório de Licenciamento das Atividades de Petróleo e Nuclear IBAMA (INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS)

 

10h A Natureza Jurídica da Lei SNUC 9985/00 que Estabelece Critérios e Normas para a Criação, Implantação e Gestão das Unidades de Conservação

  • Lei 9985 - Institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação SNUC
  • Unidades de Conservação - classificação, definições e usos previstos
  • Incentivos, Gestão e Penalidades estabelecidas pela legislação
  • Compensação Ambiental
  • Previsão legal (Resoluções Conama, Lei 9985/00 e Decreto 4340/02)
  • Questionamentos quanto à sua legalidade - aspectos tributários e ambientais
  • Critérios e formas de compensação
  • Evitando arbitrariedades - bancos de compensação ambiental

Walter José Senise - Advogado MACHADO, MEYER, SENDACZ E OPICE ADVOGADOS

 

11h Ajustamento de Conduta - Discuta como o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Constitui uma Alternativa Rápida e Eficiente aos Infratores

  • As principais características e requisitos de aplicação do termo
  • O TAC como instrumento juridicamente válido para adequar as condutas infracionais às disposições legais
  • Quais são os cuidados que devem ser tomados para a validade e eficácia de sua determinação: o papel do infrator e os órgãos competentes para representar legalmente
  • Considerações sobre a legitimidade do órgão ou entidade tomadora do termoEstabelecimentos de prazos para o cumprimento e a discriminação sobre o tipo de delito
  • O conceito do poluidor pagador.

Dra. Maira Silvia Duarte Peixoto - Coordenadora da Área de Meio Ambienteda Regional São Paulo, Centro-oeste e Sul -PETROBRAS

 

12h Almoço

 

13h30 Painel de Debates Direito-dever à informação ambiental em favor da quitação das obrigações legais ambientais: potencialização da Lei Federal n° 10.650, de 16 de abril de 2003

  • Direito constitucional à informação ambiental
  • Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente
  • Influência das Convenções Internacionais: Convenção de Aarhus sobre o acesso à informação, participação na tomada de decisão e acesso à justiça em matéria ambiental
  • Deveres de informar no âmbito municipal, estadual e federal
  • Satisfação do direito à informação ambiental nos setores privado e público
  • Fluxo Integrado de Informações Ambientais para a sustentabilidade
  • Otimização dos benefícios de cumprimento do dever de preservação e defesa ambiental

Mediadora

 

Flavia Witkowski Frangetto - Advogada Ambientalista

 

Debatedores

 

Roberta Chaves Sá Borges - Advogada Especialista em Direito Ambiental - BARBOSA, MÜSSNICH & ARAGÃO ADVOGADOS

 

Dr. Oscar Graça Couto - Advogado do escritório LOBO & IBEAS ADVOGADOS

 

15h Crimes Ambientais e o Papel do Ministério Público na Defesa do Meio Ambiente

  • Reflexos para pessoas física e jurídica que respondam processos criminais, administrativos e civis no âmbito do Direito Ambiental
  • Lei de Crimes Ambientais 9605/98
  • A repressão ao poluidor e a negociação com órgãos públicos

Dr. Saint-Clair Honorato Santos - Procurador da Justiça e Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente do Estado do Paraná

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

 

Dr. Octacilio de Oliveira Andrade Júnior - Delegado de Polícia com Exercício na Delegacia de Meio Ambiente da Capital de São Paulo - SP DELEGACIA DE MEIO AMBIENTE DE SÃO PAULO - SP

 

16h30 Intervalo para Café e Networking

 

17h APP - Áreas de Preservação Permanente - Análise das Resoluções 302 e 303 do CONAMA e seus Reflexos nas Empresas Resolução 302/02

  • O que compõe esta resolução. Como é estabelecido o limite? Qual é a dimensão?
  • Como a Área de Preservação Permanente pode ter o limite reduzido ou ampliado
  • A quem se aplica esta Resolução
  • Plano ambiental de conservação e uso do entorno Resolução 303/02
  • Características gerais, parâmetros e limites de APP
  • Quais são as condições para a supressão da vegetação
  • Quais são os empreendimentos que devem investir em unidades de conservação
  • Qual é a responsabilidade do empreendedor.

Dr. Joaquim Martins da Silva Filho - Procurador Chefe da Procuradoria Jurídica FEAM (FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE)

 

18h Encerramento do Congresso e Entrega dos Certificados

 

 

Quinta-feira, 11 de Setembro de 2003/ Seminários Especiais

 

RESÍDUOS INDUSTRIAIS

Legislação, Normas e Regulamentação de

Resíduos Industriais

 

8h Recepção dos Participantes e Credenciamento

 

8h50 Abertura do Congresso pelo Presidente de Mesa

 

Diógenes Del Bel - Diretor Executivo ABETRE (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS)

 

9h Gestão Estratégica e Responsabilidades de Resíduos Pós Uso

  • Responsabilidade compartilhada dos agentes interessados com base nos critérios de produção limpa
  • Diretrizes de políticas pública e oportunidades para a gestão estratégica de resíduos
  • Sistema de produtos e oportunidades de mercado para resíduo pós-uso
  • Procedimentos e prevenção da geração de resíduos na fonte e os critérios de produção limpa
  • Iniciativas do sistema produtivo de bens e serviços para a gestão compartilhada dos resíduos pós-uso no nível municipal e regional

Fídias de Miranda - Gerente Corporativo de Meio Ambiente BELGO / GRUPO ARCELOR

 

10h Intervalo para café e networking

 

10h30 Minimize os Riscos na Contratação de Serviços de Terceiros na Área Ambiental

  • O processo de contratação de terceiros e responsabilidade solidária
  • Como assegurar a determinação da responsabilidade em caso de ocorrência de dano ao meio ambiente·
  • Quais são as peculiaridades que devem consideradas na elaboração de contratos
  • O processo de pré-qualificação de terceiros como forma de minimizar riscos de não conformidade
  • Verificação da idoneidade dos contratados

Dr. Flávio Tartuce - Advogado GONZALES & GAVA DE SOUZA NERY ADVOGADOS

 

11h30 Apresentação de Estudo de Caso da Renault - Entenda Como a Empresa Consegue Reaproveitar Cerca de 95% de seus Resíduos

  • A gestão ambiental como forma de reaproveitamento e redução de consumo de energia
  • Como reutilizar os fluidos no processo de produção e não promover o descarte de efluentes
  • Adotando um programa de reciclagem como fator importante na redução de resíduos sólidos
  • Atingindo o desperdício zero

Rogério Carvalho - Coordenador de Meio Ambiente do Mercosul RENAULT

 

12h30 Almoço

 

14h30 A Nova Classificação dos Resíduos Industriais no Brasil: a revisão das Normas Técnicas NBRs 10.004, 10.005, 10.006 e 10.007

  • Por que tornou-se necessária uma nova classificação de resíduos industrais?
  • Como se deu o processo de revisão das normas?
  • Quais são as principais alterações ocorridas?
  • Quais são os principais impactos sobre a classificação dos resíduos industriais?

Nesta apresentação você poderá esclarecer as principais questões relativas às novas normas sobre classificação de resíduos industriais e discutir com os participantes e palestrantes sobre as questões mais polêmicas e as principais propostas desta revisão

 

Geraldo André Thurler Fontoura - Chefe Corporativo de Meio Ambiente BAYER

 

15h30 Compreenda a Resolução Conama 313/2002 que Trata sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais

  • O que é esta resolução? Quais são os impactos para as industrias brasileiras.
  • Como preencher correta e detalhadamente o inventário de resíduos?
  • Procedimentos e prazos para entrega do Inventário
  • Penalidades que estão sujeitas as empresas que não preencherem o inventário
  • Considerações sobre resíduos gerados em anos anteriores sob responsabilidade da empresa geradora

Alexandre de Avila Leripio - Professor Doutor em Engenharia de Produção (Gestão Ambiental) UNIVALI (UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ - SC)

 

16h30 Intervalo para café e networking

 

17h A alternativa do co-processamento no sistema de gerenciamento de resíduos industriais

  • A Lei 9605/98 e a questão do destino final dos resíduos industriais
  • A tecnologia de co-processamento, suas vantagens e desvantagens
  • Principais parâmetros de controle utilizados no co-processamento
  • Como identificar resíduos industriais passíveis de co-processamento
  • Quando escolher entre a incineração e o co-processamento
  • Aspectos Básicos da Resolução CONAMA 264/1999.

Rogério José da Silva - Professor UNIFEI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ - MG)

 

18h Encerramento do Seminário

 

 

Seminário Especial

 

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Como Agilizar o Processo de Licenciamento Junto aos Órgãos Ambientais e Eliminar as Divergências de Interpretação

 

8h50 Abertura pelo Presidente de Mesa

 

Dr. Werner Grau Neto - Sócio PINHEIRO NETO ADVOGADOS

 

9h Competências dos Órgãos Ambientais Estaduais para a Obtenção das Licenças

  • Peculiaridades do EIA - Estudo de Impacto Ambiental e o RIMA - Relatório de Impacto Ambiental
  • Exigências dos órgãos ambientais fiscalizadores
  • Conduzindo todo o processo de licenciamento ambiental
  • Identificando as não-conformidades ambientais
  • A regulamentação do EIA e o Licenciamento Ambiental

Antonio Odilon Macedo - Coordenador do Programa de Avaliação de Impactos Ambientais (PAIA) FATMA (FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA)

 

10h10 Intervalo para Café

 

10h30 A Natureza Jurídica da Licença Ambiental

  • Categorias e tipos de empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental
  • Procedimento de licenciamento ambiental
  • Os tipos de licenças existentes: LP - Licença Prévia; LI - Licença de Instalação; LO - Licença de Operação
  • Exigência de estudos ambientais e particularidades do EIA/RIMA
  • Funcionamento de cada tipo de licença e competência dos órgãos ambientais

Francelise Pantoja Diehl - Professora Mestra em Direito Ambiental UNIVALI (UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ - SC)

 

11h40 Licenciamento Ambiental e a Questão da Responsabilidade Administrativa e Penal (Lei 9605/98)

 

Dr. Flavio Dino - Juiz Federal JUIZADO ESPECIAL FEDERAL DE BRASÍLIA Ex-Presidente e atual Diretor de Assuntos Legislativos AJUFE (ASSOCIAÇÃO DOS JUÍZES FEDERAIS DO BRASIL)

 

12h50 Almoço

 

15h40 Ferramentas de Licenciamento Ambiental

  • Quais são os ajustes e complementações demandadas em relação às normas do Conama que estabelecem o licenciamento ambiental
  • Elaborando um termo de ajustamento de conduta ambiental

Dr. Antônio Carlos Gusmão - Analista Ambiental FEEMA (FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE)

 

16h40 Intervalo para Café

 

17h Política Estadual do Meio Ambiente - Lei 9509/97 - Licenciamento Ambiental no âmbito do Estado de São Paulo, regulamento do Decreto 47.400/02, de 04/12/02

  • A competência licenciatória do órgão estadual de São Paulo e as alterações introduzidas pelo Decreto 43.397/02, de 04/12/02, novas regras a serem observadas e cuidados a serem adotados

Dra. Maira Silvia Duarte Peixoto - Coordenadora da Área de Meio Ambiente da Regional São Paulo, Centro-oeste e Sul PETROBRAS

 

18h Encerramento do Seminário

 

 

Sexta-feira, 12 de Setembro de 2003

 

Seminário Técnico

Lei do Óleo (9966/2000)

Análise da Legislação Ambiental aplicada às atividades de E&P de Petróleo e Gás

 

8h30 Recepção dos participantes do seminário

 

8h50 Abertura pelo Presidente de Mesa

 

Wagner Victer Secretário de Estado do Rio de Janeiro SEINPE (SECRETARIA DE ESTADO DE ENERGIA, DA INDÚSTRIA NAVAL E DO PETRÓLEO)

 

9h20 Regras e Sanções Aplicáveis Previstas na Lei do Óleo (9966/2000)

  • Histórico - convenções internacionais relacionadas ao assunto (CLC 69, Marpol 73, OPRC - 90)
  • Identificação das penalidades e competência para a respectiva aplicação
  • Competência para fiscalizar e aplicar sanções

Dra. Anna Paula Pires Barbosa - Advogada PINHEIRO NETO ADVOGADOS

 

10h10 Intervalo para Café

 

10h40 A Auditoria Ambiental na Indústria do Petróleo (Âmbito da Lei do Óleo) e a Resolução CONAMA n° 306/2002

  • Histórico
  • Aspectos legais
  • Desdobramentos administrativos, civis e criminais

Dr. Oscar Graça Couto - Advogado LOBO & IBEAS ADVOGADOS

 

11h40 Utilização de Mapas de Sensibilidade na Elaboração de um Plano de Atendimento à Emergência (Resolução CONAMA n° 293/2001) - Caso Prático: Base de Macapá - Texaco (Santana - Amapá - Brasil)

 

  • Seleção de equipamentos baseados no risco de sensibilidade
  • Melhor conhecimento da área de atuação durante emergência
  • Plano de emergência baseado no mapa de sensibilidade
  • Disponibilidade dos equipamentos adequados nos pontos mais vulneráveis
  • Treinamento das equipes de resposta às emergências orientadas pelo mapa de sensibilidade

Francisco Assis Pereira - Coordenador de Eng.Segurança e Meio Ambiente TEXACO BRASIL

 

12h40 Almoço

 

14h30 Responsabilidade Civil na Lei do Óleo 9966/2000

 

Dr João Luiz Coelho da Rocha - Sócio

 

Dr Heller Redo Barroso - Sócio

 

BASTOS TIGRE COELHO DA ROCHA E LOPES ADVOGADOS

 

15h30 Legislação Correlata - Normas da Autoridade Marítima (NORMAM), Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário

 

Capitão Tenente Evandro de Oliveira Souza - Assessor de Meio Ambiente BASE DE HIDROGRAFIA DA MARINHA

 

16h30 Intervalo para Café

 

17h Aplicação Prática da Lei do Óleo

 

  • Documentos e registros de determinado navio ou embarcação necessários para cumprir a lei do óleo
  • Tipos de problemas que ocorrem com frequëncia
  • Exemplos de acidentes que já ocorreram na costa brasileira e como foram resolvidos na prática

Aluisio Teles Ferreira Filho - Gerente Geral do SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde)TRANSPETRO - PETROBRAS TRANSPORTE S.A.

 

18h Encerramento do Seminário

 

 

Sexta-feira, 12 de Setembro de 2003

 

Workshop

 

MEDIA TRAINING PARA EMERGENCIAS AMBIENTAIS

 

- O que fazer quando a luz vermelha da câmera acende?

- Como os técnicos devem responder aos jornalistas perguntas relacionadas à crimes

ambientais que envolvem sua indústria?

- Como devem se portar frente à imprensa em casos de crise?

 

Estas são questões que todos os executivos de uma indústria precisam estar preparados para responder. Tanto na TV, quanto em rádios, jornais, revistas e agências de notícias on-line.

 

Uma empresa se relaciona com diversos públicos, no entanto, a imprensa tem grande importância na formação da opinião pública, principalmente em casos de poluições ambientais, solos contaminados, vazamentos de óleo, entre outros. Acredita-se que a crítica de maior impacto possa vir da mídia nas suas diferentes manifestações televisivas e jornalísticas.

 

Objetivo do Treinamento

 

Capacitar os técnicos para agir adequadamente em situações normais e em épocas de crises, e torna-los aptos a conceder entrevistas. Os participantes aprenderão ainda conceitos básicos de como lidar com a imprensa e entenderão todo o processo de formação da notícia, visando o zelo pela imagem institucional.

 

Programação

 

PARTE I

 

Quem faz a notícia?

 

- Hierarquia dentro de uma redação

- Funcionamento de uma redação

- Quem traz e quem faz a notícia

 

Meio - Ambiente: o que a imprensa quer saber?

 

- A Informação clara e objetiva

- A importância do profissional capacitado

- Uniformidade no discurso

- Riscos e Acidentes: o que fazer?

-Apresentação de vídeos (Acidentes Ambientais e Repercussões)

- Debates

- Dúvidas e Esclarecimentos

 

PARTE II

 

Meios de Comunicação:

 

- As diferenças e as semelhanças entre as mídias

- O Jornal, o Rádio, a TV e a Internet.

- Por que falar? Pra quem falar? E o que falar?

- Avaliar os pedidos de entrevistas

- A relação entre a empresa, o assessor de imprensa e a mídia

- Quais os objetivos a serem alcançados num encontro com a imprensa

- Como dar o melhor recado

 

Riscos e Deslizes

 

- A necessidade de fornecer informações objetivas

- Gafes

- Imagem x Credibilidade

 

Treinamento e Simulações

 

- Como receber?

- Como se comportar?

- O que falar?

- Avaliação das entrevistas

- O que é certo e o que é errado na prática do dia-a-dia. (Apresentação de vídeos)

 

8h30 Credenciamento dos Participantes

 

9h Início do Treinamento

 

10h30 Intervalo para Café

 

12h30 Almoço

 

16h Intervalo para Café

 

18h Entrega de Certificados e Encerramento

 

Instrutor

 

O Media Training será conduzido pelo repórter da TV Globo, Sylvestre Serrano.

 

Sua carreira teve inicio em dezembro de 1986 na Rádio Jovem Pan de São Paulo, onde passou por todos os cargos na redação até chegar a repórter. Na Jovem Pan trabalhou durante 11 anos e meio, e desde 1998 atua como repórter da TV Globo de São Paulo.

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INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES

 

TELEFONE

 

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OU

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