A quem cabe interpretar? 14/3/2005 Dalila Suannes Pucci – advogada "Para apimentar o texto enviado pelo mano Adauto Suannes, publicado no Migalhas 1.125 de sexta-feira (clique aqui), envio o seguinte texto: Um homem rico estava muito mal; pediu papel e pena e escreveu o seguinte: "Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres." Morreu sem fazer a pontuação necessária. A quem ele deixava a fortuna? Bom, eram quatro concorrentes. 1) O sobrinho fez a seguinte pontuação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres. 2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito: Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres. 3) O alfaiate pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres. 4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada!! Aos pobres. Assim é a vida. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz a diferença." Envie sua Migalha