Enem

10/11/2010
José Roberto Prado de Almeida - Kraft Foods

"Prezados colegas de Migalhas, como leitor assíduo do informativo, entendo que a única resposta cabível para a questão formulada no início da nota 'Enem - II' é um sonoro não (Migalhas 2.506 - 9/11/10). O celular foi apenas uma pequena nota para demonstrar o tamanho da incompetência na organização do malfadado exame nacional. Independente da questão da obrigatoriedade de submissão à prova e uso de celular, o certo é que um contingente expressivo de mais de 3 milhões de jovens, na sua grande maioria comprometidos com a busca de vaga numa escola pública de ensino superior como única forma de viabilizar a graduação no ensino superior, foram simplesmente desrespeitados. Existem situações, e o exame do Enem é uma delas, em que não existe margem nem desculpa para erros, sejam eles pequenos ou grandes. Admitir erro é permitir que o relativismo dos poderosos de plantão indiquem o caminho do 'razoável' para saná-los. Exame aplicado na modalidade de múltipla escolha deve ser formalmente perfeito. Questão que apresentar inconsistência ou equívoco na formulação da proposição ou da resposta deve ser simplesmente anulada. Relativizar o erro e minimizar as suas consequências é inadmissível. Sob o título 'O fiasco do Enem', matéria do editorial do Estadão de 9/10 bem ilustra o pensamento dos jovens estudantes logrados pelo Enem. Saudações,"

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