Crise no governo 1/7/2005 Arthur Vieira de Moraes Neto "Lanço a indagação aos juristas leitores, pois o deputado criminalista (especialista em crimes, né?) Roberto Jefferson, confesso mesmo antes de ser declarado réu, afirma: Recebeu do PT, 4 milhões de reais, cuja origem não é declarada, portanto duvidosa. Seria receptação? Desviou o dinheiro do destinatário, PTB. Seria infiel depositário? Assume o fato como cidadão, mas diz que não revela onde está o dinheiro e que também não o fará, mas reitera estar de posse dele. Seria roubo? Notem que o não tão pobre, quer dizer nobre deputado faz tais afirmações com um caráter de temporariedade, como se fosse possível ser criminoso e inocente ao mesmo tempo. Chama as conversas que teve com a cúpula do PT de republicanas e "NÃO REPUBLICANAS', estas últimas, eufemismos para a palavra conchavo, do qual participa. Socorro leitores.... Como os pares, inquisidores dele na CPI não tiveram o tirocinio para raciocinar como eu, (corporativismo?), peço-lhes oh leitores que emitam suas opiniões, mesmo para provar que estou errado, mas se forem concordantes, ensinaremos aos membros da CPI a teoria de Disraeli que invoca das pessoas de bem, a mesma ousadia dos canalhas para acabar com a canalhice. Alardeou o deputado que um fio de água pura não passa pelo esgoto. Mostremos á ele e aos membros da CPI que nenhum fio de esgoto pode passar impunemente pela água pura. Quando um marginal delata seus pares, pode estar contribuindo para o bem estar da sociedade mas não estará em hipótese alguma se transformando num homem de bem." Envie sua Migalha