Justiça 31/7/2005 Adauto Suannes, que ainda acredita na dignidade da pessoa humana, razão de ser da advocacia criminal "Senhores, pergunto aos advogados mais cultos e experientes que eu: se um advogado sabe que seu cliente cometeu um crime, ele deve ajudar o cliente a inventar mentiras para tentar fugir à punição, ou informar à autoridade que seu cliente cometeu o crime?" Sergio Augusto Moura - advogado "Resposta: Quando cursa a Faculdade, o aluno tem aulas de Deontologia Jurídica. Ou não tem? Quando recebe a carteira da OAB recebe um exemplar do Código de Ética. Ou não recebe? Supõe-se que com esse arsenal mínimo o profissional consiga responder a perguntas como aquela acima transcrita. Eu de mim lhe digo que o advogado que entregar seu cliente à autoridade deve ter cassada sua inscrição, pois não tem a menor idéia do que seja ser advogado criminal. Sugiro que o ilustre colega abra os livros pertinentes e, antes e acima de tudo, leia os mandamentos de autoria de Afonso de Liguori, que, depois de ser advogado em Nápoles, tornou-se sacerdote e acabou santificado. Foi o fundador da Ordem dos Redentoristas, que, entre outras coisas, administra a Basílica de Aparecida do Norte, em São Paulo. Há alguns livros sobre "devido processo penal" cuja leitura não faria mal ao novel colega, a quem desejo uma carreira frutuosa. (Clique aqui para ler o conto "En tragedie")." Envie sua Migalha