Desrespeito 25/8/2005 Juliano R. Claudino - escritório STAFF Advocacia "Boa tarde nobres colegas!! Não pude deixar de me manifestar após a queixa do colega Roberto Podval (Migalhas 1.238 - 24/8/05), mas fato é, que não só no senado há um péssimo tratamento a classe dos causídicos, mas também junto a Procuradoria Nacional da Fazenda Nacional em São Paulo (Av. Prestes Maia), onde sequer temos o direito de falar com os "NOBRES" Procuradores da Dívida Ativa da União. O que mais indigna, é o descaso e a falta de coerência dos mesmos, pois não adiante insistir, não sobe (ao 17º e 18º andar) para falar e sequer nos atendem por telefone. Muitas vezes, temos que nos dirigir a pessoa que está atendendo para que ela, sempre ao telefone, fale com o Procurador, que responde a ela (a funcionária). Não adiantou formalizar representação junto ao Ministério Público Federal, pois desde 15/2/2005, quando foi protocolizada Representação (Protocolo MPF/PR/SP 1.34.001.000722/2005-33), ainda não foram tomadas providências. Os Procuradores muitas das vezes dão um verdadeiro "chá de cadeira" não só nos ADVOGADOS, mas também nos cidadãos que lá estão. Falta de respeito e descumprimento ao art. 116 e 117 da Lei 8.112/90 (Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.) Mandado de Segurança, não adianta ter liminar concedida, o Advogado chega 13h e antes das 17h30 não tem seu MS cumprido. Não precisa muito para confirmar, basta ficar um único dia nas dependências do Prédio da Procuradoria para comprovar a falta de respeito. Desta forma, solicito uma providência por parte da OAB/SP e da AASP, pois ambos são protetores das prerrogativas dos Advogados não só de São Paulo, mas do Brasil. Cordialmente," Envie sua Migalha