Crise política 15/9/2005 Paulo Boccato - acadêmico de Direito - Bauru/SP “Peço a devida vênia ao sr. Editor de Migalhas para na condição de "aprendiz de feiticeiro" (sou quarto-anista de Direito aqui da ITE de Bauru) para oferecer gratuitamente (é bom aproveitar;depois de formado a coisa muda) ao sr. Severino Cavalcanti a minha versão do que houve com o tal cheque de sua secretaria e o senhor Buani (Migalhas 1.252 – 14/9/05 - Checando o cheque), e desde já caso ele assim deseje, autorizo sua "severínia Esselênça" a utilizar esta em sua defesa e tenho certeza que todos os brasileiros, os deputados da Câmara e a Polícia Federal compreenderão e aceitarão sem nenhuma contestação a força de minha "lógica" ,sendo que sem sombra de dúvida, esta seria "a mais firme expressão da verdade", é claro! Então vejamos: a moçoila em questão foi almoçar lá no restaurante da Câmara, gastou uns cinqüenta reais e preencheu "equivocadamente" um cheque de sete mil quinhentos e cinqüenta reais como pagamento de seu frugal almoço! Como Buani é mesmo um cavalheiro, devolveu simplesmente o "troco"! A tese é boa pois até que existe "jurisprudência" na Câmara, afinal, se a esposa do dep. João Paulo Cunha pode sacar cinqüenta mil das contas de Marcos Valério a fim de pagar uma "simples" conta de tv a cabo, porque a secretaria do dep. Severino estaria impedida de errar um "simples" cheque ?! E então senhores advogados, mereço ou não um estágio?” Envie sua Migalha