Desarmamento 29/9/2005 Gildo José Maria Sobrinho "Acabei de ler uma discussão entre dois Migalheiros no seguinte sentido: o primeiro dizia que iria manter a arma em casa ainda que o referendo popular vedasse a venda de armas; o segundo afirmava que não acreditava que o primeiro iria tomar essa atitude. Manifesto minha opinião nesta Tribuna Livre no sentido: qual é a relação entre o referendo proibir a venda de armas e uma pessoa manter uma arma adquirida no passado numa compra legítima. Será que o instituto do ato jurídico perfeito foi revogado? As compras anteriores não terão mais valor? Se assim for, a Constituição é apenas uma mera ilusão gráfica. Outra pergunta que se coloca: por que não utilizar o dinheiro do referendo em benefício de equipar as polícias? Ou ainda no sentido de acabar com o contrabando de armas que nós civis não temos acesso como p.ex. o magnum 357? Este referendo é o maior Festival de Besteira que o país já sofreu (com a devida licença do Sérgio Porto)." Envie sua Migalha