Migalhas 3.000 14/11/2012 José A. de Gouvêa “Senhores, não pude calar-me quando li os versos abaixo transcritos e por isso, tomo a liberdade de ferir-lhes os tímpanos, acaso leiam a rima que me propus escrevê-la: Acostumei-me ao escritório chegar Por primeiro ao cafezinho me entregar Mas sem pestanejar O computador abrir E ver nele as notícias se alardear. Não me incomodo com todas elas Pois somente algumas vou lê-las Mas sem sombra de dúvidas Tem aquelas advindas em Migalhas Que me tornam como muralhas Formando em mim A boa ideia da notícia quente como vinda de uma fornalha. Meu querido editor Acho que Migalhas é muito pouco Ao que se vê e lê Nesse portentoso noticiário Não quero que lhe mude o nome Mas deveremos chamá-lo de Diário Ou quem sabe Migalhas inteiras Porque as notícias soam de verdade E não das falsas faladeiras. Resta-me então cumprimentar Pois três mil é pouco Quiçá por milhares ainda Vamos saudar. Humildemente e sem qualquer pretensão." Envie sua Migalha