Desarmamento

3/10/2005
Antônio Orlando de Almeida Prado

"Na verdade, o referendum que se avizinha, e que tem defensores ardorosos da proibição da comercialização de armas e projéteis, tais como Estado, governo, PT, globais e inocentes úteis, contrapõe-se ao direito do cidadão assegurado por Nossa Constituição Federal, no art. 5º da CF e seu § 2º, que lhe garante o direito à defesa da vida, da incolumidade física, da inviolabilidade do domicílio e da dignidade da pessoa. Muito bem, é claro e evidente que quem não quer ter arma para defesa sua, de seu lar, de familiares e de terceiros, que não tenha, mas o Estado proibir quem queira tê-la, no exercício pleno de sua cidadania, na conformidade do que assegura a Constituição Federal, é um absurdo inenarrável. Mas não só o bandido armado pode causar danos irreparáveis. A Constituição Federal deve ser respeitada, principalmente pelo Estado. Se o Estado não a respeita, significa que tem idéias tirânicas. Com a proibição do comércio de armas e o decorrente desarmamento da população, mais fácil será sua tarefa futura. Se tivermos uma visão perfunctória, atingiremos o âmago da questão e exsurgirá a verdadeira intenção do governo. Para nossa segurança - suplementar ao do Estado que deveria nos dar - e felicidade e não para a felicidade apregoada pelo PT - que deu no que deu - votarei no ' não'."

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