Desarmamento

13/10/2005
Dávio Antonio Prado Zarzana Júnior - advogado em São Paulo/SP

"Quanto à colocação de José Roberto Amorim, no tema do desarmamento, apenas algumas correções: 1) A história que narrei não aconteceu - veja no título a palavra 'crônica'; 2) Quem assinou o texto fui eu, e não meu pai (veja o 'Júnior'). Mais atenção, nobre colega migalheiro. A história de K.L.F. é uma hipótese, plausível, que demonstra ser possível a qualquer um, suposto 'cidadão de bem', envolver-se numa trágica história com armas de fogo. Recordemos o que aconteceu, na vida real, quando um jovem, até então conhecido no mundo como 'jovem do bem', disparou contra pessoas em um Shopping. Não existem cidadãos 'do bem' e 'do mal', na expressão superficial propagada da mídia. Tomemos cuidado com esta e outras expressões utilizadas superficialmente pelos meios de comunicação. Por outro lado, quero deixar registrado que, até o presente momento, conversando com pessoas na rua, em jornaleiros, bares, praças, enfim, com o povo, há ainda muita gente pensando que o 'sim' significará 'sim às armas', e o 'não', 'não às armas'. Pois é."

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