Bush x Chávez – a crise é discutida entre os migalheiros 23/11/2005 Armando Rodrigues Silva do Prado "Quando da visita do papa João Paulo a Cuba em 1998, todos os reacionários do mundo achavam que era o fim do socialismo. Não só não foi, como o próprio papa reconheceu em discurso para mais de 1 milhão de pessoas em Havana, as conquistas sociais da Revolução cubana. Não fez mais do que respeitar a verdade dos fatos, pois no mundo, números da própria ONU, dormem nas ruas 200 milhões de crianças. Nenhuma delas é cubana. Cem milhões de crianças de menos de 13 anos são obrigadas a trabalhar para viver. Nenhuma delas é cubana. Mais de um milhão de crianças são levadas à prostituição infantil e dezenas de milhares têm sido vítimas do comércio de órgãos. Nenhuma delas é cubana. Trinta mil crianças morrem diariamente no mundo de doenças como sarampo, malária, difteria e pneumonia, assim como de desnutrição. Nenhuma delas é cubana. O papa foi um crítico do socialismo, mas não era cego, nem surdo e, felizmente, nem mudo, pois além de reconhecer os avanços em Cuba, também, foi um crítico do capitalismo predador. Fraternalmente," Envie sua Migalha