Carlos Marighella

6/12/2005
Armando Rodrigues Silva do Prado

"Migalhas (1.306 – 5/12/05 – "Carlos Marighella"), em ato corajoso ainda hoje, através do bravo professor Goffredo, lembrou história de tempos tensos e sofridos. Pela oportunidade, permitam-me transcrever o belo poema de Juscelino Vieira Mendes sobre o assassinato de Marighella na al. Casa Branca.

'Alameda Casa Branca

 

A Carlos Marighela

 

Há um olhar lá da costa,

Que se põe em mim e roga:

Um sentir sem temporais...

E de ondas secretas.

 

Terra em transe: Guerrilha

Urbana, Ana!

Emboscada na alameda

Casa Branca manchada de sangue.

 

Atiraram nas Letras Nacionais

Naquele novembro de quatro

E entregue à Casa Branca!'"

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