Casamento homoafetivo 12/12/2005 Emília Campos – escritório Viseu, Castro, Cunha, Oricchio Advogados "Infelizmente, ou melhor, felizmente, vemos posições muito diferentes sobre o assunto. Mas está aí a grande questão: todos podem pensar de forma diferente e cada um pode viver sua vida da forma como quer. Liberdade é a total consonância entre a forma como se pensa e a forma como se age. Apenas aquele que age da forma como pensa é absolutamente livre. Ainda que existam linhas contrárias à aceitação da união homoafetiva, a sua ocorrência não resultará em efeitos para ninguém que não a própria dupla. Então, que cada um viva como entende melhor. Qual o motivo de se opor à tal união se tal fato jurídico não repercute na esfera de direitos de outros? Qual o motivo de definir o que é melhor para todos? Quem seria capaz de fazê-lo? Recomendo ao migalheiro Tiago (Migalhas dos leitores – "Artigo - Casamento homoafetivo" – clique aqui) que, já que é contra a união homoafetiva, não se case com alguém do mesmo sexo, mas que aceite que, aqueles que o querem, possam fazê-lo, se esse país tiver uma legislação que acolha a necessidade e, principalmente, a realidade de todos. Eu disse 'todos'..." Envie sua Migalha