MPT cria força-tarefa para investigar redes especializadas na intermediação de mão-de-obra por meio de supostas falsas cooperativas

14/2/2006
Fábio T. Siqueira - advogado em São Paulo/SP

"Sobre a migalha 'Falsas Cooperativas' (Migalhas 1.349 – 6/2/06), sugiro que o MPT afira o quanto recebe, direta e indiretamente, os administradores dessas sociedades, pois é aí que se encontra o interesse de quem busca utilizar-se de cooperativas como empresas lucrativas, em que os administradores acabam se tornando os verdadeiros donos do negócio, contrariando o espírito da Lei Cooperativista, em detrimento dos direitos dos trabalhadores e dos direitos societários que lhes seriam inerentes como sócios."

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